quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Especialistas descartam bolha no setor imobiliário

Jornal Valor Econômico/BR 29/02/2012
 
Especialistas descartam bolha no setor imobiliário
Após valorização apresentada nos últimos anos, preços devem se manter, embora em algumas regiões o boom esteja apenas começando. Por Karin Sato, de São Paulo
 A forte valorização dos imóveis no Brasil levou a inevitáveis questionamentos: estamos no meio de uma bolha? Os valores recuarão? Ainda vale a pena comprar para morar ou para investir? Nos 12 meses encerrados em janeiro, os preços médios do metro quadrado no país aumentaram 25,5%, segundo o Índice FipeZap. Essa, porém, foi a média. No Rio de Janeiro, a alta foi de 32,9%, enquanto em São Paulo, de 26,4%, e no Recife, de 34,2%. Observando um período maior - desde janeiro de 2008 - as valorizações são grandes: 158,7% no Rio de Janeiro e 126,5% em São Paulo, por exemplo.
 Os percentuais podem assustar em especial aqueles que estão pensando em adquirir um imóvel, mas o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes, é enfático: Não existe bolha. Não há mais muito espaço para os valores dos imóveis subirem muito nem caírem, diz.
 Um dos dados que refutam a existência de uma bolha é o crédito imobiliário como participação do Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil, de 4,7% (dado de dezembro de 2011), distante do que se observa em pares emergentes ou em nações mais ricas, de acordo com estudo da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
 Em 1990, o Nobel de Economia Joseph Stiglitz definiu o termo bolha da seguinte maneira: Se a razão pela qual o preço é alto hoje decorre apenas da crença dos investidores ou compradores de que o valor de venda será maior amanhã - quando os fundamentos não parecem justificar tal preço - então uma bolha existe.
 Quando o assunto entra em pauta, é inevitável a lembrança do caso americano. Um estudo realizado pela MB Associados para a Abecip pondera que os EUA contam com particularidades, como a falta de amarras regulatórias. Isso fez, por exemplo, com que as pessoas tivessem mais informações sobre sua condição financeira do que os bancos. Há ainda os problemas enfrentados depois de 2001, que levaram o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) a uma política de taxas de juros baixas. Não é o caso do Brasil.
 Para Bernardes, do Secovi-SP, neste ano o aumento dos preços dos imóveis no país deve ficar em linha com o crescimento da economia. Porém, ele ressalta que sua previsão se refere a uma média, uma vez que casas e apartamentos não são commodities e seus preços variam a cada país, estado, cidade e bairro. Os valores são heterogêneos e dependem da relação entre oferta e demanda, diz. Normalmente, no caso de São Paulo, bairros já valorizados têm um potencial de apreciação menor, enquanto localidades em desenvolvimento podem ainda passar por um boom nos preços, como Vila Leopoldina e Campo Grande.
 Novas estações de metrô, shopping centers e supermercados tendem a valorizar os bairros, explica a diretora comercial da Lello Imóveis, Roseli Hernandes. Há ainda regiões que estão passando por uma modernização, levando ao aumento nos preços. Este é o caso da Mooca, na zona leste de São Paulo, que antes tinha muitos galpões e imóveis comerciais e agora está recebendo novos empreendimentos, exemplifica. Entre 2009 e 2011, os imóveis da Mooca ficaram em média 80% mais caros, mas houve casos em que a valorização chegou a 175%, conforme levantamento da Lello Imóveis. Roseli opina que os preços dos imóveis da região podem continuar subindo nos próximos anos. Por outro lado, em localidades em que os valores já aumentaram demais, devem ficar estáveis ou registrar variação menor.
 Na cidade do Rio de Janeiro, o vice-presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Rubem Vasconcelos, avalia que o custo do metro quadrado deve seguir avançando, devido à demanda crescente. Há alguns fatores contribuindo para isso: a ocupação das favelas por forças de segurança e os eventos esportivos, a Copa do Mundo e a Olimpíada, diz. A cidade está recebendo obras de melhoria na infraestrutura urbana e o mercado imobiliário está acompanhando.
 Vasconcelos também não acredita em uma bolha. No Rio, os valores irão seguir em alta por pelo menos mais cinco anos e depois podem estagnar, avalia. Para Roseli, da Lello, o declínio dos preços também está fora de cogitação. Essa perspectiva corrobora a pesquisa da Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire, em inglês), que mostrou que o Brasil é o segundo país com maior potencial de valorização em 2012, perdendo apenas para os EUA. Em terceiro lugar, está a China. Na edição anterior do estudo, o Brasil tinha ficado na quarta posição. Os respondentes do estudo são de 21 países e possuem mais de US$ 874 bilhões em ativos do setor imobiliário.
 Roseli opina que investir em imóveis pode ser uma boa opção, mas para quem tem um horizonte de, no mínimo, três anos. Os imóveis não são ativos líquidos, que são vendidos facilmente da noite para o dia. Além disso, é preciso tomar alguns cuidados, como analisar a tendência de valorização do bairro, o que pode ser feito com a ajuda de um consultor imobiliário.
 Já quem acredita ser melhor morar de aluguel e economizar para futuramente comprar um imóvel à vista precisa colocar na conta uma questão: em primeiro lugar, não dá para saber o quanto um imóvel vai se valorizar; depois, pode demorar décadas para que o objetivo seja concretizado, diz o professor de Finanças da FIA-USP, Keyler Carvalho Rocha. Existe, porém, outra possibilidade: Os preços também podem recuar, por exemplo, se o país passar uma crise econômica, completa.

Diário Catarinense/SC 29/02/2012

Jornal Diário do Comércio - MG/MG 29/02/2012
 
Construções sustentáveis
O atual modelo de cidade foi a forma encontrada pela humanidade para viabilizar a concentração de pessoas e suas mais diversas atividades, de morar a trabalhar, de estudar e se divertir. No entanto, a evolução dos centros urbanos se deu na contramão do bem-estar, devido a um padrão de desenvolvimento que não tem levado em conta a sustentabilidade, ou seja, o atendimento das obrigações do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras. Por isso, as novas construções encontram neste contexto uma oportunidade de resgatar valores e princípios da vida em harmonia com o ambiente.
 Uma boa alternativa para a natureza são os chamados Green Building ou Prédios Verdes. Esse tipo de arquitetura é uma construção que vai além da simples observância de obrigações legais e emprega tecnologia para eliminar impactos negativos na sociedade como um todo, oferecendo melhor qualidade de vida a seus ocupantes e benefícios financeiros ao empreendedor público e privado. As soluções sustentáveis deste tipo de empreendimento incluem no processo de construção a eficiência do uso da água, da energética e de matérias e recursos, além de qualidade ambiental interna e inovação e processos.
 O Prédio Verde reduz em até 30% o consumo de energia, 50% o desperdício de água, 35% a emissão de monóxido de carbono (CO) e 90% o descarte de resíduos. Além disso, diminui a poluição gerada pela construção e pela operação de um empreendimento, gerencia resíduos de maneira correta, atua na restauração de ecossistemas e garante maior absorção do solo (permeabilidade do terreno).
 De acordo com levantamento realizado pela ONG GBC-Brasil - Green Building Council, a preocupação do país para construções sustentáveis está em franca elevação. No Brasil, 23 empreendimentos receberam o certificado Green Building em 2010 e outras 211 construções terminaram o ano em processo de certificação. O documento atesta que as obras analisadas cumpriram os requisitos de sustentabilidade previstos pelo selo verde internacional Leed - Leadership in Energy and Environmental Desing, o que fez com que o Brasil pulasse da 6ª posição, em 2009, para o 5º lugar, em 2010, no ranking  dos países que possuem o maior número de construções sustentáveis em seu território.
 O Prédio Verde surge em um momento crucial para o futuro da humanidade. Até 2025, a população global deverá crescer 50%, passando para nove bilhões de pessoas. São novos indivíduos que necessitarão de moradia, trabalho, escola, comida e água.
 A indústria da construção civil está diretamente relacionada a este futuro. O setor é responsável por 5% das emissões de gás carbônico em todo o mundo. Cerca de 90% da madeira extraída, grande parte de maneira ilegal, são usadas neste setor. As matérias-primas e os métodos usados atualmente nas construções geram desperdícios e gastos desnecessários. Por meio de utilização de novos métodos, consciência e respeito, será possível construir edifícios com baixo consumo de água e energia e menor produção de resíduos sólidos.
 * Arquiteto e sócio-proprietário da Arqsol Arquitetura e Tecnologia. 

Segunda etapa larga com mais velocidade

Diário Catarinense/SC 29/02/2012
 
Segunda etapa larga com mais velocidade
Lançada há oito meses, a segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida apresenta resultados expressivos nas faixas de contratos de famílias com renda mensal superior a R$ 3,1 mil. Dos 17.760 contratos assinados para as duas faixas do programa a partir deste rendimento, foram entregues 44,6% das unidades.
 O mesmo não acontece com a primeira faixa de financiamento, para famílias com renda de até R$ 1,6 mil. Dos 2.209 contratos assinados até o início deste mês, apenas 4,7% das unidades foram entregues.
 Ainda que a segunda fase esteja no começo, é possível perceber como esta primeira faixa, para quem tem uma renda menor, demora mais para decolar. Em Florianópolis, por exemplo, na primeira fase do MCMV não foi assinado nenhum contrato para famílias que recebiam até três salários mínimos. Em cidades da região metropolitana, como Palhoça, São José e Biguaçu, esta faixa evoluiu porque contou com parcerias das prefeituras, que doaram terrenos.
 Correspondentes imobiliários ajudam a aumentar oferta 
 Uma mudança na forma de trabalhar do banco teria contribuído para os números da segunda fase serem expressivos. Desde dezembro, o MCMV vive uma nova fase com a adoção por parte do banco de correspondentes imobiliários. Em parceria com imobiliárias, a Caixa ampliou a capacidade de atendimento do público.
 De acordo com o gerente regional de construção civil da Caixa em SC, Marcelo Moser, a contratação na Grande Florianópolis teria triplicado desde dezembro do ano passado.
 Em oito meses, foram assinados quase 20 mil contratos, 61,8% mais do que o resultado da primeira fase do programa registrado após dois anos. Além de adotar os correspondentes imobiliários, o banco está focando a aprovação de projetos em cidades diferentes. Isso porque foi identificado um excesso de ofertas em Palhoça, por exemplo, o que prejudica a finalização dos empreendimentos.
 Para evitar esse tipo de problema, estamos interiorizando o programa. Queremos levá-lo para mais municípios, para desconcentrar as obras e oferecer estes produtos em regiões que não acessaram o MCMV ainda .
 O foco na regional de Florianópolis seriam empreendimentos em cidades como Porto Belo, Itapema, Bombinhas, São João Batista, Tijucas e Santo Amaro da Imperatriz. Faltariam projetos também na Capital, especialmente na Ilha, voltadas para qualquer faixa de rendimento.
 Com esta medida, queremos facilitar a mobilidade urbana e evitar um excesso de oferta de imóveis em algumas regiões   explica Moser.

Valorização imobiliária no Brasil

Jornal Brasil Econômico/BR 29/02/2012
 
Valorização imobiliária no Brasil
Cláudio Conz Presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco)
 Você tem a impressão de que os imóveis andaram se valorizando muito nos últimos anos, certo? Pois é verdade, nos últimos cinco anos, em São Paulo, eles mais que dobraram de preço, o que os tornou um excelente negócio para quem quer investir.
 Segundo uma pesquisa muito interessante realizada pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores internacionais do ramo, no ano de 2011, nosso país teve uma valorização imobiliária nominal de 27,82% em relação a 2010, ficando atrás apenas da Índia, cujo índice ficou em 35,77%.
 Este ranking avaliou o desempenho imobiliário de 35 países e apontou que o que acontece no Brasil e na Índia é bem diferente do que está ocorrendo nos demais países do mundo. Descontada a inflação da variação dos preços, 22 dos 35 países registraram queda nos valores dos imóveis. Em 21 deles, o desempenho foi ainda pior que em 2010.
 A explicação dos especialistas para este fenômeno envolve, sem dúvida, a crise mundial, que gera falta de confiança do consumidor, desemprego e a preocupação com o alto endividamento dos países ricos. No Brasil, o que vemos, ao contrário, é uma situação extremamente favorável. Em relação aos outros países, nossa economia está bem. Os níveis de emprego são os melhores dos últimos anos. O Banco Central passa por um ciclo de redução das taxas de juros, o que é positivo para o mercado imobiliário.
 Temos tido incentivos no setor da construção. Desoneração de impostos dos produtos, como é o caso do IPI, programas de habitação para os menos favorecidos, como é o caso do Minha Casa, Minha Vida, tudo isso aquece o mercado em sua base.
 Assim, a demanda por imóveis anda muito forte. E a tendência é de que esta valorização se mantenha. Temos espaço para que o crédito imobiliário se expanda. Avançamos um pouco neste sentido, mas nosso crédito disponível ainda é muito baixo, se compararmos a outros países. No Brasil, o valor total dos empréstimos para compras de imóveis soma perto de 4% do PIB, enquanto que em países como México temos 18% e Chile, 11%. Além disso, o empréstimo aqui ainda é caro, custa ao menos 11% ao ano, ante 4% no exterior.
 Um outro ponto que também tende a puxar os preços para cima é a briga das incorporadoras pelos terrenos, especialmente em cidades como o Rio de Janeiro e São Paulo. A valorização destes acaba repassada para o preço dos imóveis novos.
 Um outro aspecto que ajuda a manter a valorização imobiliária é que faltam imóveis comerciais no Brasil. O país está crescendo e faltam salas comerciais, galpões, enfim, diferentes tipos de instalações.
 Assim, muita demanda e pouca oferta, os preços sobem. As construtoras argumentam também que o custo da construção tem ficado mais caro. O preço da mão de obra, a falta de profissionais qualificados, bem como a contratação das máquinas, e outros têm subido ao longo dos anos, o que foi traduzido para o preço final dos imóveis, especialmente dos novos. A exceção são os materiais de construção, cujos preços têm subido abaixo da inflação. Essas são algumas das razões para que os preços dos imóveis aqui fiquem mais caros.Como membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, temos discutido este tema.
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 No Brasil, o valor total dos empréstimos para compra de imóveis fica perto de 4% do PIB, ante 18% do México e 11 do Chile

Valorização imobiliária no Brasil

Jornal Brasil Econômico/BR 29/02/2012
 
Valorização imobiliária no Brasil
Cláudio Conz Presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco)
 Você tem a impressão de que os imóveis andaram se valorizando muito nos últimos anos, certo? Pois é verdade, nos últimos cinco anos, em São Paulo, eles mais que dobraram de preço, o que os tornou um excelente negócio para quem quer investir.
 Segundo uma pesquisa muito interessante realizada pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores internacionais do ramo, no ano de 2011, nosso país teve uma valorização imobiliária nominal de 27,82% em relação a 2010, ficando atrás apenas da Índia, cujo índice ficou em 35,77%.
 Este ranking avaliou o desempenho imobiliário de 35 países e apontou que o que acontece no Brasil e na Índia é bem diferente do que está ocorrendo nos demais países do mundo. Descontada a inflação da variação dos preços, 22 dos 35 países registraram queda nos valores dos imóveis. Em 21 deles, o desempenho foi ainda pior que em 2010.
 A explicação dos especialistas para este fenômeno envolve, sem dúvida, a crise mundial, que gera falta de confiança do consumidor, desemprego e a preocupação com o alto endividamento dos países ricos. No Brasil, o que vemos, ao contrário, é uma situação extremamente favorável. Em relação aos outros países, nossa economia está bem. Os níveis de emprego são os melhores dos últimos anos. O Banco Central passa por um ciclo de redução das taxas de juros, o que é positivo para o mercado imobiliário.
 Temos tido incentivos no setor da construção. Desoneração de impostos dos produtos, como é o caso do IPI, programas de habitação para os menos favorecidos, como é o caso do Minha Casa, Minha Vida, tudo isso aquece o mercado em sua base.
 Assim, a demanda por imóveis anda muito forte. E a tendência é de que esta valorização se mantenha. Temos espaço para que o crédito imobiliário se expanda. Avançamos um pouco neste sentido, mas nosso crédito disponível ainda é muito baixo, se compararmos a outros países. No Brasil, o valor total dos empréstimos para compras de imóveis soma perto de 4% do PIB, enquanto que em países como México temos 18% e Chile, 11%. Além disso, o empréstimo aqui ainda é caro, custa ao menos 11% ao ano, ante 4% no exterior.
 Um outro ponto que também tende a puxar os preços para cima é a briga das incorporadoras pelos terrenos, especialmente em cidades como o Rio de Janeiro e São Paulo. A valorização destes acaba repassada para o preço dos imóveis novos.
 Um outro aspecto que ajuda a manter a valorização imobiliária é que faltam imóveis comerciais no Brasil. O país está crescendo e faltam salas comerciais, galpões, enfim, diferentes tipos de instalações.
 Assim, muita demanda e pouca oferta, os preços sobem. As construtoras argumentam também que o custo da construção tem ficado mais caro. O preço da mão de obra, a falta de profissionais qualificados, bem como a contratação das máquinas, e outros têm subido ao longo dos anos, o que foi traduzido para o preço final dos imóveis, especialmente dos novos. A exceção são os materiais de construção, cujos preços têm subido abaixo da inflação. Essas são algumas das razões para que os preços dos imóveis aqui fiquem mais caros.Como membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, temos discutido este tema.
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 No Brasil, o valor total dos empréstimos para compra de imóveis fica perto de 4% do PIB, ante 18% do México e 11 do Chile

Resíduos sólidos entram na agenda de estados e municípios

Jornal Brasil Econômico/BR 29/02/2012
 
Resíduos sólidos entram na agenda de estados e municípios
Ministério lança manual para orientar administradores na elaboração de plano de gestão integrada de materiais sólidos
A agenda dos gestores públicos está bastante atribulada neste início de ano. É que estados e municípios têm de preparar até agosto um plano de gestão integrada de resíduos sólidos. Para ajudá-los na conclusão deste projeto, o Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a associação internacional Iclei Governos Locais pela Sustentabilidade e a Embaixada Britânica, vai lançar nesta sexta-feira, dia 2, um manual e um curso à distância para apoiar os governos que vão desenhar e implementar o plano.
 Gabriela Alem, coordenadora de projetos do Iclei-Brasil, conta que, caso os governos municipais e estaduais não consigam entregar o plano a tempo, a penalidade prevista é ficar de fora do repasse dos recursos da União. "O prazo é curto, ainda mais se levarmos em conta que um dos pontos fundamentais é a realização de audiências públicas com a participação da população e de empresas", aponta.
 Por isso, para evitar que os gestores percam tempo, o manual traz uma metodologia básica e os critérios definidos pelo Plano Nacional de Resíduos Sólidos.
 "No entanto, não é um modelo para copiar e colar. Os responsáveis pelos planos devem ser criativos e retratar a realidade de cada município ou estado. Afinal, há lugares no Brasil em que a produção de resíduos agrícolas supera o total industrial." Entre os tópicos descritos no manual, estão formas de garantir a participação social neste processo. Gabriela diz que, neste caso, o essencial é que existam espaços públicos destinados à participação. Nesse sentido, o governo tem de garantir que a população tenha acesso ao debate e ao resultado, seja pela internet, jornais ou televisão.
 "Esses processos são bem conhecidos por agentes públicos que participaram do desenho dos planos diretores de suas cidades", explica.
 Outros tópicos, no entanto, não são tão fáceis de serem planejados - até porque não dependem exclusivamente do empenho dos gestores públicos. É o caso da inclusão social dos catadores de materiais reciclados.
 Segundo a coordenadora, essa questão envolve não apenas os municípios como também as empresas que fazem logística reversa - que produzem itens ou embalagens que têm de ser devolvidos ao local de origem.
 "Estamos auxiliando municípios e estados sem capacidade técnica para fazer a gestão integrada de resíduos ao promover o curso à distância (veja mais ao lado) e lançar o manual. A Política Nacional de Resíduos Sólidos está chamando a sociedade e o governo para equacionarem juntos a questão do consumo, produção e economia", diz. No entanto, há ainda outro entrave: a complexidade da questão. "É um processo até a população e as organizações entenderem que a responsabilidade é compartilhada.
 Cada cidadão, por exemplo, deve separar o seu lixo." Já as indústrias que produzem itens que preveem logística reversa devem se responsabilizar pelo descarte. "A população muitas vezes não sabe onde descartar remédios, por exemplo.
 Mas vai ficar mais claro. Aos poucos, já está ficando."

SINDUSCON-GO





Programa: Jornal   CBN Goiânia
Data e Hora:   27 /02/2012          09h30min                                                           Emissora: 97.1FM
Apresentação: Luis Geraldo
PROGRAMA: O Mundo Em Sua Casa
Data e Hora:    27/02/2012          07h00min           Emissora: RBC FM 90,1
Apresentação: Edson Santana e José Calazans
Programa: Goiás Alerta
Data e Hora:    27/02/2012      7h00min         Emissora: TV Fonte da Vida
Apresentação: Pastor César Augusto



Engenharia Sanitária e Ambiental

Será realizado de 18 a 22 de março, no Hotel Ouro Minas, em Belo Horizonte, o XV Simpósio Luso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (Silubesa).
Para o evento, estão previstas a realização de painéis e mesas redondas com assuntos atuais, além da apresentação de cerca de quatrocentos trabalhos, selecionados entre os mais de 800 recebidos pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes).
As discussões contemplarão a gestão de infraestrutura no setor de saneamento e a geração de energia a partir de lodo e biomassa, assuntos polêmicos como os tipos de contratação para o setor e as Parcerias Público-Privadas (PPPs), temas técnicos como eficiência energética, controle de perdas nos sistemas e segurança da água para consumo humano.
Também serão abordados os assuntos sempre vigentes, mas em suas versões mais atuais, como o desenvolvimento de projetos para o setor, a gestão de resíduos sólidos e de recursos hídricos, a regulação do setor de saneamento e o saneamento rural.

Ademi-PE promove salão imobiliário de Pernambuco em março

A Ademi-PE realizará de 14 a 18 de março, no pavilhão de feiras do Centro de Convenções (Cecon) de Recife, em Pernambuco, o 5º Salão Imobiliário de Pernambuco.
Para o evento, estão sendo esperadas aproximadamente 15 mil pessoas, com cerca de três mil unidades habitacionais de todas as faixas de preço e tamanhos.
A expectativa é de que o evento movimente um volume de vendas em torno de R$ 120 milhões, mesma faixa atingida na edição de 2011, que contou com habitações no valor médio de R$ 243,18 mil e comercialização de 506 unidades.
Durante os cincos dias de evento, 31 construtoras ofertarão várias opções de imóveis, desde os mais compactos até os que se encaixam no padrão de alto luxo.
Além disso, nesta edição, também estarão presentes a Caixa Econômica Federal (CEF) e o Banco do Brasil (BB) com o intuito de realizarem financiamentos, assim como um espaço destinado ao 8º Cartório de Ofícios e Notas Ivanildo Figueiredo, para que seja viabilizada a documentação necessária de quem pretende sair do evento já com todo o processo de aquisição do empreendimento em mãos.

Bahia promove curso sobre planejamento de obras e controle da produção

Sinduscon-DF dá início ao Programa Mulheres na Construção nesta quarta-feira

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), em parceria com a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) e com o Instituto Federal de Brasília (IFB), promovem nesta quarta-feira, dia 29, às 10h, no auditório da Administração Regional de Taguatinga, a cerimônia inaugural do programa “Mulheres na Construção”.
Durante o evento serão realizadas palestras explicativas sobre como funciona o projeto e quais os benefícios trabalhistas.
O programa “Mulheres na Construção” visa capacitar a mão de obra feminina para trabalhar no setor da Construção Civil, na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).
A ideia é preencher um número considerável de vagas do setor com mão de obra feminina, promovendo a inclusão social e produtiva das mulheres da Região.
A iniciativa conta, também, com o apoio da Secretaria da Mulher.
A Sudeco irá investir cerca de R$1,1 milhão para realizar os cursos, gratuitos, que serão ministrados pelo IFB.
O “Mulheres na Construção” vai ensinar às mulheres a exercer funções de azulejista e pintora.
As alunas do curso vão receber do IFB uma Bolsa de Iniciação ao Trabalho, no valor de R$ 200 por mês, para as despesas com alimentação e transporte.
Para a primeira etapa, a intenção é capacitar 440 alunos, em sua maioria mulheres. No decorrer da capacitação, além dos cursos técnicos, as mulheres também vão aprender noções de cidadania e dos direitos da mulher. Inscrições para o programa poderão ser feitas de 1º a 15 de março.
Mais informações pelo telefone (61) 3414-0160 ou http://www.sudeco.gov.br/.

CONSELHO DIRETOR DA FIIC SE REÚNE EM ABRIL

A Câmara Paraguaia da Indústria da Construção promoverá nos dias 19 e 20 de abril, na sede do Bourbon Conmebol Convention Hotel, no Paraguai, a LXVI Reunião do Conselho Diretivo da Federação Interamericana da Indústria da Construção (FIIC). Mais informações no site http://www.cbic.org.br/simplenews/statistics/click?p=eNoBU1wwrP9zOjc1Olwi8BmIT6kWXCItNd10oer3suFY6JZrC3l_A7lcJ6iAXFzIKrJNfKAzaZYFO66BOxPrZC8O_Zzg2A1b37Sz6YeG-o3Cr3FkXu2KQPUY5GXYXCI7PlwwKJQ,&h=eNortjI2slIyM7UwNjBKsTA3NDAwsjA2T0ozNTdOsUgySrQ0NTG1MFSyBlwwwbYJdA,,.

CONSTRUTORAS TREINAM MÃO DE OBRA PARA SUPRIR DEMANDA POR PROFISSIONAIS QUALIFICADOS EM MARINGÁ

Matéria veiculada no último dia 23 de fevereiro, no Paraná TV, da Rede Globo, destaca o aumento do número de trabalhadoras no setor da construção. Em Maringá, são mais de 100 vagas abertas e o ritmo das obras não é maior por que falta mão de obra especializada. As empresas estão qualificando os interessados em trabalhar no setor, não apenas em Maringá, mas em todo o Paraná. O piso salarial do setor, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção (Sintracon), Jorge Moraes, é um dos melhores da área urbana, mas os pedreiros e serventes estão ganhando mais. Clique aqui para acessar a íntegra da matéria.

CRÉDITO PARA INFRAESTRUTURA SERÁ DE ATÉ R$ 59 BILHÕES NESTE ANO

O financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve ficar entre R$ 58 bilhões e R$ 59 bilhões neste ano. A informação é do presidente do BNDES, Luciano Coutinho. O crédito do BNDES para infraestrutura em 2011 ficou em torno de R$ 54 bilhões. De acordo com Luciano Coutinho, a presidenta Dilma Rousseff tem destacado a importância de investimento de longo prazo. Segundo ele, hoje o crédito tem uma perspectiva de expansão muito grande no Brasil. Em 20 anos, Luciano Coutinho acredita que o crédito pode atingir 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do País. Ele afirmou ainda que um dos desafios do Brasil é que o investimento cresça mais do que o consumo. Para ele, isso é importante para evitar pressões inflacionárias. Coutinho estimou que será preciso elevar o investimento para o equivalente a 24% do PIB. Fonte: Agência Estado.

Salão Imobiliário de 14 a 18 de março

Folha de Pernambuco - Últimas Notícias/PE 28/02/2012
 
Salão Imobiliário de 14 a 18 de março
O sonho da casa própria pode estar bem perto de se tornar realidade. É que de 14 a 18 de março a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE) vai realizar o 5º Salão Imobiliário de Pernambuco, no pavilhão de feiras do Centro de Convenções (Cecon). A expectativa do presidente do Conselho Consultivo da Ademi-PE, Marcello Gomes, é que o evento movimente um volume de vendas em torno de R$ 120 milhões, mesma faixa atingida na edição de 2011, que contou com habitações no valor médio de R$ 243,18 mil e comercialização de 506 unidades. "A faixa de preços de 2012, entretanto, ainda não foi divulgada, pois é uma forma de segurarmos a concorrência entre as construtoras", diz Gomes.
 Durante os cincos dias de evento, 31 construtoras ofertarão várias opções de imóveis, desde os mais compactos até os que se encaixam no padrão de alto luxo. Além disso, nesta edição, também estarão presentes a Caixa Econômica Federal (CEF) e o Banco do Brasil (BB) com o intuito de realizarem financiamentos, assim como um espaço destinado ao 8º Cartório de Ofícios e Notas Ivanildo Figueiredo, para que seja viabilizada a documentação necessária de quem pretende sair do evento já com todo o processo de aquisição do empreendimento em mãos.
 O Salão acontecerá das 15h às 22h, entre os dias 14 e 16, e das 10h às 22h, nos dias 17 e 18. Para o evento, que tem entrada gratuita, mais de 1,8 mil profissionais estarão envolvidos, entre expositores, patrocinadores, apoiadores, consultores de vendas e pessoas de apoio e montagem. Para garantir o acesso ao Centro de Convenções é necessário realizar a inscrição para o evento, através do site www.salaoimobiliariodepe.com.br. Após isso, basta retirar o crachá de visitante no próprio Cecon.
 "Para esta edição, nossa expectativa é a de reunir um público estimado em 15 mil pessoas, com cerca de três mil unidades habitacionais de todas as faixas de preço e tamanhos. Posso garantir que teremos o principal do mercado imobiliário no Salão, uma vez que as empresas levarão todo o seu portfólio de empreendimentos na RMR, em outros estados e em municípios do Interior que estão tendo grande demanda de crescimento", garante Marcello Gomes.
 Além do Salão, a Ademi-PE está envolvida em outro grande projeto. Durante todo o dia de hoje, em Caruaru, diretores da Ademi-PE reunirão o trade imobiliário para o lançamento da primeira unidade da Associação na Capital do Agreste.
 
 Caixa
 
 Outra boa oportunidade para sair do aluguel e adquirir um imóvel na planta ou já construído será no Feirão Caixa da Casa Própria. O evento da Caixa Econômica Federal vai acontecer entre os dias 4 a 6 de maio, também no Centro de Convenções.
 

Mercado de imóveis começa a se acomodar

Diário do Comércio - MG/MG 28/02/2012
 
Mercado de imóveis começa a se acomodar
Foram 29.229 transações em 2011, contra 31.746 unidades vendidas no ano anterior, uma queda de 7,9%.
 O sindicato do setor acredita que os preços continuarão subindo, mas com intensidade menor
 Apesar de as vendas de imóveis em Belo Horizonte terem somado R$ 8,652 bilhões no ano passado, representando uma elevação de 22,42% na comparação com os R$ 7,067 bilhões registrados em 2010, o número de unidades comercializadas no mesmo período caiu. Foram realizadas 29.229 transações em 2011, contra as 31.746 unidades vendidas no ano imediatamente anterior. Isso equivale a uma queda de 7,9% entre os exercícios.
 De acordo com o presidente da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), Ariano Cavalcanti de Paula, os resultados mostram que embora a demanda continue forte, já existem sinais de acomodação do mercado imobiliário na Capital.
 "A demanda ainda existe e há muitas pessoas querendo comprar. Talvez tenha sido o preço muito elevado que acabou inibindo o fechamento de alguns contratos. Mas, diante do menor volume de transações na comparação com 2010, o que temos é realmente um cenário de acomodação do mercado", admite.
 Os dados são da pesquisa divulgada ontem pela Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG) e Instituto de Pesquisas Econômicas e Administrativas da UFMG (Ipead). O levantamento é feito com base nas emissões do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) em Belo Horizonte.
 Para o presidente do Secovi, as informações sugerem também uma tendência de equilíbrio ainda maior para este exercício, já que, conforme ele, o mercado está se estabilizando, com menor número de transações. "  provável que os preços continuem subindo, mas com menos intensidade", diz.
 Do volume total de imóveis comercializados na capital mineira ao longo do ano passado, a maior parte (66,5%) foi de apartamentos. Ao todo foram 19.445 unidades deste tipo vendidas em 2011. Apesar disso, houve queda no número de transações em relação a 2010. Naquele exercício o número tinha chegado a 20.827 apartamentos.
 No que se refere à movimentação financeira por parte da compra e venda de apartamentos na cidade, houve crescimento na comparação entre os exercícios. Em 2010 as vendas somaram R$ 4,941 bilhões, enquanto no ano passado ultrapassaram a casa dos R$ 6 bilhões. Já em termos de preços, o valor médio do apartamento negociado na Capital foi de R$ 261.319,59 ao longo do ano passado.
 Galpões  - Outro tipo de imóvel que se destacou no ano passado foi o galpão, que registrou aumento tanto em valor quanto em volume comercializado. Em 2011 foram 234 unidades vendidas, contra 188 comercializadas no ano imediatamente anterior. Isso equivale a um salto de 24,5% entre os períodos. Já o valor total das vendas mais que dobrou, passando de R$ 161,838 milhões em 2010 para R$ 329,589 milhões no ano passado.
 Na avaliação de Cavalcanti de Paula, o destaque pode ser considerado normal, uma vez que o segmento comercial ainda está reagindo contra a escassez de imóveis. "O mercado residencial geralmente reage mais rápido. Como o déficit habitacional é muito grande, e ainda houve o incentivo do programa do governo federal, "Minha casa, minha vida", o mercado se recuperou mais rapidamente. Agora é a vez do segmento comercial que, de certa forma, está compensando o atraso", explica.

Mercado de imóveis começa a se acomodar

Diário do Comércio - MG/MG 28/02/2012
 
Mercado de imóveis começa a se acomodar
Foram 29.229 transações em 2011, contra 31.746 unidades vendidas no ano anterior, uma queda de 7,9%.
 O sindicato do setor acredita que os preços continuarão subindo, mas com intensidade menor
 Apesar de as vendas de imóveis em Belo Horizonte terem somado R$ 8,652 bilhões no ano passado, representando uma elevação de 22,42% na comparação com os R$ 7,067 bilhões registrados em 2010, o número de unidades comercializadas no mesmo período caiu. Foram realizadas 29.229 transações em 2011, contra as 31.746 unidades vendidas no ano imediatamente anterior. Isso equivale a uma queda de 7,9% entre os exercícios.
 De acordo com o presidente da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), Ariano Cavalcanti de Paula, os resultados mostram que embora a demanda continue forte, já existem sinais de acomodação do mercado imobiliário na Capital.
 "A demanda ainda existe e há muitas pessoas querendo comprar. Talvez tenha sido o preço muito elevado que acabou inibindo o fechamento de alguns contratos. Mas, diante do menor volume de transações na comparação com 2010, o que temos é realmente um cenário de acomodação do mercado", admite.
 Os dados são da pesquisa divulgada ontem pela Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG) e Instituto de Pesquisas Econômicas e Administrativas da UFMG (Ipead). O levantamento é feito com base nas emissões do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) em Belo Horizonte.
 Para o presidente do Secovi, as informações sugerem também uma tendência de equilíbrio ainda maior para este exercício, já que, conforme ele, o mercado está se estabilizando, com menor número de transações. "  provável que os preços continuem subindo, mas com menos intensidade", diz.
 Do volume total de imóveis comercializados na capital mineira ao longo do ano passado, a maior parte (66,5%) foi de apartamentos. Ao todo foram 19.445 unidades deste tipo vendidas em 2011. Apesar disso, houve queda no número de transações em relação a 2010. Naquele exercício o número tinha chegado a 20.827 apartamentos.
 No que se refere à movimentação financeira por parte da compra e venda de apartamentos na cidade, houve crescimento na comparação entre os exercícios. Em 2010 as vendas somaram R$ 4,941 bilhões, enquanto no ano passado ultrapassaram a casa dos R$ 6 bilhões. Já em termos de preços, o valor médio do apartamento negociado na Capital foi de R$ 261.319,59 ao longo do ano passado.
 Galpões  - Outro tipo de imóvel que se destacou no ano passado foi o galpão, que registrou aumento tanto em valor quanto em volume comercializado. Em 2011 foram 234 unidades vendidas, contra 188 comercializadas no ano imediatamente anterior. Isso equivale a um salto de 24,5% entre os períodos. Já o valor total das vendas mais que dobrou, passando de R$ 161,838 milhões em 2010 para R$ 329,589 milhões no ano passado.
 Na avaliação de Cavalcanti de Paula, o destaque pode ser considerado normal, uma vez que o segmento comercial ainda está reagindo contra a escassez de imóveis. "O mercado residencial geralmente reage mais rápido. Como o déficit habitacional é muito grande, e ainda houve o incentivo do programa do governo federal, "Minha casa, minha vida", o mercado se recuperou mais rapidamente. Agora é a vez do segmento comercial que, de certa forma, está compensando o atraso", explica.

Escassez de operários afeta obras no interior

Diário do Comércio - MG/MG 28/02/2012
 
Escassez de operários afeta obras no interior
 Encontrar pessoal qualificado está cada vez mais difícil, diz Sinduscon.
Entidade do setor aponta a necessidade de capacitar mão de obra para evitar um apagão na construção
 Com o mercado da construção civil aquecido, a escassez de mão de obra é um desafio não apenas para construtoras da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), mas também no interior do Estado. De acordo com Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), encontrar pessoal qualificado (pedreiros, armadores, eletricistas e carpinteiros) é cada vez mais difícil e já afeta o crescimento do setor.
 Em Pouso Alegre, no Sul de Minas, de cada 20 obras, quatro estão paralisadas devido à falta de mão de obra, conforme um levantamento feito pelo Sindicato Intermunicipal das Indústrias da Construção Civil do Sul de Minas (Sindiconsul). A situação é tão grave que, segundo o presidente da entidade, Sebastião Foch Kersul, as empresas de outros estados, como Rio de Janeiro e São Paulo, que chegam para se instalar na região, estão trazendo profissionais para trabalhar em Minas.
 "O cenário é tão preocupante que se não houver um movimento urgente de capacitação da mão de obra local, um apagão é inevitável para este ano. A construção civil segue em franca expansão, com diversos projetos em andamento, mas a escassez de pessoal no canteiro de obras pode atingir o setor", disse Kersul. Nos municípios do Sindiconsul, as obras do programa "Minha casa, minha vida" é que têm dado fôlego ao setor.
 A expectativa do sindicato é para aceleração das obras públicas. "Como estamos em um ano eleitoral, a tendência é que às obras públicas também sejam alavancadas. O problema é encontrar mão de obra para atender a demanda", disse Kersul.
 Terrenos  - Em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, o problema é agravado pela escassez de terrenos. De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Juiz de Fora, Leomar Delgado, o desempenho positivo do setor gerou especulação imobiliária. "Nos últimos quatro anos o preço médio de um terreno mais que dobrou. Além da carência de mão de obra, enfrentamos mais esse gargalo do valor dos terrenos", disse Delgado.
 Em Juiz de Fora, as obras públicas, como a ampliação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), é que têm dado impulso ao setor. De acordo com estimativa do sindicato do setor, o município ainda sofre com déficit habitacional de sete mil unidades.
 Em Montes Claros, no Norte de Minas, as obras do "Minha casa, minha vida" impulsionam o setor. Apesar de prever que a atividade siga crescendo neste ano, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Norte de Minas, Leonardo de Vasconcelos, lamentou a falta de mão de obra. "Assim como vive o setor no país, em Montes Claros a construção vive um momento de pujança devido a diversos fatores. Mas esse crescimento pode ser afetado se não encontramos uma solução para o principal gargalo que nos atinge que é a falta de pessoal", afirmou.

Fábrica de materiais vende direto ao canteiro de obra

DCI Online/SP 28/02/2012
 
Fábrica de materiais vende direto ao canteiro de obra
Fabricantes de material de construção começam a mudar sua forma de negociar, vendendo diretamente para grandes obras. A Meber, grande fabricante de metais para acabamento de cozinhas e banheiros no Rio Grande do Sul, começou a vender seus produtos diretamente para grandes construtoras. Outra gaúcha que fabrica fechaduras e materiais elétricos, a Soprano também está se adequando à nova configuração do mercado.
 "O nosso produto sempre chegou às construtoras, mas antes essas empresas compravam de outras fontes. Hoje, atendemos essas companhias diretamente, sem intermediários", afirmou ao DCI o gerente nacional de Vendas da Meber, Jael Zardin. A indústria produz cerca de 100 mil peças por mês e, segundo Zardin, cerca de 70% dos produtos fabricados pela marca são comprados pelo varejo e 30%, por construtoras. A diferença entre essas fatias já foi maior. "Nos últimos cinco anos, o mercado vem mudando. O varejo consumia 90% da nossa produção e com o boom imobiliário, a situação mudou", diz o executivo.
 Mas, segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover, o comércio varejista ainda representa o maior escoamento do setor.
 "A cara do nosso produto é o varejo e a não deve ocorrer falta de produtos em nenhum segmento", garante Cover.
 O executivo destaca ainda que o setor de material de construção está aumentando a sua capacidade instalada e que as obras prometidas pelo governo (como PAC e outras ligadas a megaeventos esportivos) devem aquecer ainda mais o mercado interno.

Programas do governo estimulam setor

DCI Online/SP 28/02/2012
 
Programas do governo estimulam setor
Material de construção tem sido um dos focos do governo para alavancar a economia do País. Recentemente, o governo federal lançou uma linha de crédito para a compra desses insumos no valor de R$ 300 milhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A cifra pode ser estendida para até R$ 1 bilhão, caso a demanda seja maior. -
 Segundo as regras do pacote, o financiamento poderá ser de até R$ 20 mil por tomador, que precisa ser o proprietário do imóvel a ser reformado (que não pode ultrapassar o valor de R$ 500 mil), ter conta no FGTS e vínculo empregatício ativo. Não há limite de renda para o pedido de crédito. O prazo de amortização é de 120 meses e os juros giram em torno de 12% ao ano, considerado bem abaixo do praticado normalmente pelo mercado.
 Outra medida de incentivo, publicada em dezembro, foi a prorrogação da redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para materiais de construção até o final de 2012. A isenção foi adotada em abril de 2009, com previsão de duração de seis meses, mas tem sido sucessivamente estendida. O desconto engloba 45 itens da chamada "cesta básica da construção" como tintas, vernizes, argamassas, pias, lavatórios, dobradiças, grades e redes de aço, banheiras e boxes para chuveiro.

Indústria já negocia direto com obras

DCI Online/SP 28/02/2012
 
Indústria já negocia direto com obras
Grande fabricante de metais para acabamento de cozinhas e banheiros no Rio Grande do Sul, a Meber começou a vender seus produtos diretamente para grandes construtoras. Outra gaúcha que fabrica fechaduras e materiais elétricos, a Soprano também está se adequando à nova configuração do mercado. O caminho trilhado pelas duas companhias demonstra que a indústria está encontrando novas formas para lucrar mais, eliminando alguns elos da cadeia diante do crescimento acelerado do mercado imobiliário no Brasil.
 "O nosso produto sempre chegou às construtoras, mas antes essas empresas compravam do varejo. Hoje, atendemos essas companhias diretamente, sem intermediários", afirmou ao DCI o gerente nacional de vendas da Meber, Jael Zardin. A indústria produz cerca de 100 mil peças por mês, dividas em dois segmentos. O que explora mais o design é direcionado para as classes A e B, por possuírem maior valor agregado, e o outro tem apelo mais popular.
 Segundo Zardin, cerca de 70% dos produtos fabricados pela marca são comprados pelo varejo e 30%, por construtoras. A diferença entre essas fatias já foi maior, no entanto, de acordo com o executivo. "Nos últimos cinco anos, o próprio mercado passou a se comportar de forma diferente. O varejo consumia 90% da nossa produção e com o boom imobiliário, a situação mudou", diz o executivo.
 Zardin afirma que, nos últimos dois anos, em razão desse crescimento, a Meber resolveu aumentar a sua capacidade produtiva e está investindo R$ 10 milhões na construção de um novo parque fabril em Bento Gonçalves (RS), com o objetivo de ampliar em 60% sua produção. "Temos muito espaço para crescer. O mercado tem ainda mais potencial de crescimento", assegura.
 O executivo diz que os estoques da empresa giram em torno de um a dois meses e, por se tratar de uma produção voltada para o acabamento final das obras, a Meber terá trabalho ainda por alguns anos. "Como as obras de infraestrutura e jogos da Copa e Olimpíada estão acontecendo agora, entraremos com nossos produtos nos próximos anos", afirma.
 O aquecimento do setor se reflete nos números da empresa gaúcha, que cresceu em torno de 10% a 15%, nos últimos três anos. "Estamos projetando e nos preparando para um incremento de 15%, em 2012 também", comemora Zardin. Ele ressalta que, já em 2011, havia rumores de que poderia ocorrer ausência de oferta em alguns segmentos do setor, o que não se concretizou. "Qualquer empresa que investir e se preparar não terá problemas para atender a esse mercado aquecido. Não acredito que haverá problemas de estoques", diz.
 Para o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção, Maquinistas, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros da Grande São Paulo (Sincomavi), Reinaldo Correa, o cenário pode ser diferente. "Com as obras da Copa e de infraestrutura já acontecendo, estamos receosos de que possam faltar produtos nas prateleiras em alguns segmentos, neste ano", afirma.
 Correa não acredita, porém, que as importações possam aumentar ainda mais por conta dessa expectativa do varejo. "Somente a partir do segundo semestre deste ano, conseguiremos detectar de fato como a indústria vai atender ao mercado como um todo", diz o sindicalista.
 Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover, o comércio varejista ainda representa o maior escoamento do setor. "A cara do nosso produto é o varejo. Não deve ocorrer falta de produtos em nenhum segmento", garante Cover. Ele destaca que o setor está aumentando a sua capacidade instalada e que as obras prometidas pelo governo, além do ano de eleições, devem aquecer ainda mais o mercado interno.
 De acordo com o presidente da entidade, em 2011, as construtoras representaram 40% da demanda do setor de materiais de construção. Cerca de 10% se encaixam no segmento "outros", que corresponde a hospitais e instalações da própria indústria nacional, por exemplo. Metade dos pedidos vem do chamado mercado "formiguinha", que é a venda para famílias brasileiras no varejo.
 O coordenador do segmento de construção civil e indústria de Esquadrias da Soprano, Leritor Somacal, aponta ainda outra mudança no mercado. Segundo ele, as lojas estão trabalhando com estoques menores, o que provoca uma dificuldade para a indústria prever volumes de vendas. "Isso exige dos fornecedores uma entrega cada dia mais rápida", diz.
 O executivo, porém, afirma que atualmente o varejo ainda é o maior consumidor dos produtos da Soprano. No entanto, as construtoras vêm se destacando e mostrando um significativo crescimento na demanda da empresa, nos últimos anos. "Hoje, cerca de 6% do faturamento da companhia vêm de construtoras", diz.
 Cover acredita que o boom imobiliário, que se intensificou nos últimos dois anos, deve ficar mais "tranquilo" nos próximos anos. "Já percebemos que desde o final de 2011 está havendo uma desaceleração no setor imobiliário", diz. Ainda assim, ele garante que a indústria está preparada para atender a demanda. "Projetamos um incremento de 4,5% no faturamento do setor, em 2012." 1.087Material Construção.

BRB participará do Minha Casa, Minha Vida

Jornal Correio Braziliense/BR 28/02/2012
 
BRB participará do Minha Casa, Minha Vida
 O Banco de Brasília (BRB) se prepara para operar o Minha Casa, Minha Vida. As ações voltadas para o programa do governo federal devem se iniciar ainda no primeiro semestre deste ano. A instituição vai financiar a construção e a compra de imóveis. A linha de crédito específica contemplará a faixa de renda até R$ 5,4 mil e unidades com valor máximo de R$ 170 mil.
 As negociações começaram no ano passado, quando o BRB assinou contrato com a Caixa Econômica Federal para concessão de financiamento com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, assim, poder destinar recursos para o Minha Casa, Minha Vida. A Caixa é a principal operadora do programa habitacional em todo o país.
 O BRB atua em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh) na elaboração da linha de financiamento. De acordo com o diretor de Desenvolvimento e Governo do banco local, José Flávio Rabelo Adriano, existe a disponibilidade de cerca de R$ 100 milhões para o programa.
 Ao justificar a participação do BRB no Minha Casa, Minha Vida, José Flávio destaca a "enorme demanda habitacional" para a população de renda mais baixa. "O programa atende a parcela mais carente e com dificuldade de acesso ao crédito, e o banco está atento a essas necessidades. Vamos trabalhar para minimizar essas distorções", comentou.
 Na semana passada, o Correio mostrou como ainda é irrisória a quantidade de imóveis disponíveis para a venda com valores enquadrados pelo programa. A moradia popular não deslanchou, segundo o governo e representantes da construção civil, por conta do elevado preço dos terrenos e da infraestrutura na capital do país.
 José Flávio reforçou discurso adotado pelo novo presidente da instituição financeira, Jacques Pena, durante a posse, no início do mês. Segundo ele, faz parte da missão do BRB, como banco público, oferecer crédito para o desenvolvimento econômico e social do DF. "Atuaremos para apoiar as diversas formas de financiamento desse programa habitacional", completou. (DA)

Atividade na construção recua em janeiro

Piniweb/BR 27/02/2012
 
Atividade na construção recua em janeiro
Empresas de pequeno e médio porte desaceleraram menos que as grandes corporações, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria
A Sondagem da Indústria da Construção relativa ao mês de janeiro detectou queda no nível de atividade do setor em comparação a dezembro, com 47 pontos contra 47,6 pontos registrados no último mês de 2011. A pesquisa empresarial é realizada mensalmente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), para monitorar a evolução da atividade do setor.
Na sondagem, valores acima de 50 pontos representam aceleração, enquanto valores abaixo de 50 pontos indicam desaceleração. Segundo a CNI, apesar da queda detectada na última pesquisa, houve estabilidade na atividade em relação ao resultado usual para os meses de janeiro, com o registro de exatos 50 pontos.
Segundo o economista da CNI Danilo Garcia, a retomada da atividade em relação ao usual para os meses de janeiro pode representar um indício consistente de reativação do setor. "Apesar do nível da atividade haver recuado sobre dezembro, seu comportamento em comparação ao habitual pode significar que a construção está recuperando o ritmo compatível com sua importância na economia", disse.
Empresas de todos os tamanhos apresentaram queda na atividade, sendo as de grande porte as que mais desaceleraram, registrando apenas 46,4 pontos. Empresas de médio porte e de pequeno porte ficaram mais perto da estabilidade, com 48,1 pontos e 47 pontos, respectivamente.
Em relação aos subsetores, a seção de serviços especializados obteve os melhores resultados, com 49,5 pontos. As obras de infraestrutura (44,7 pontos) e a construção de edifícios (47,8 pontos) tiveram resultados inferiores.
A Sondagem da Construção Civil ouviu 436 empresas entre 1º e 14 de fevereiro de 2012, das quais 143 pequenas, 189 médias e 104 grandes.

FIEG

FIEG
Notícias
Goiás ultrapassa R$ 2 bi em contratações de financiamento
Os resultados das atividades do
Fundo Constitucional de
Financiamento do Centro-Oeste (FCO)
relativos ao exercício de 2011 foram
apresentados hoje (28), no Salão Dona
Gercina Borges Teixeira, do Palácio das
Esmeraldas. Em Goiás, o fundo fez mais
de R$ 2 bilhões em contratações no
primeiro ano do governo Marconi
Perillo. O número de empregos
gerados também aumentou em
comparação ao ano passado. A taxa de
inadimplência diminuiu, colocando
Goiás como o Estado do Centro-Oeste
de menor índice de saldo devedor de
contratados. (
Fonte: Agecom)
Curso Planejamento Estratégico de
Exportação e Importação
O Conselho Temático de Comércio Exterior da Fieg e Centro
Internacional de Negócios (CIN/Fieg) realizam, no dia 14 de março,
na Casa da Indústria, o curso Planejamento Estratégico de
Exportação e Importação. A atividade será realizada das 8h30 às
17h30, pelo especialista Luiz Roberto Oliveira, que é professor na
área de comércio exterior da Faculdade Tecnológica Tec Brasil,
supervisor de comércio exterior da Inbragepe e diretor executivo do
Escritório de Negócios Internacionais.
O curso tem o objetivo de proporcionar visão estratégica ao
profissional da área, possibilitando inserção estruturada e planejada
no mercado global, reduzindo os riscos atuais e identificando
oportunidades. Informações e inscrições pelo telefone (62) 3219-
1488 ou site www.cinfieg.org.br.
Palestra sobre cenário Sped brasileiro
e goiano
O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de
Material Elétrico do Estado de Goiás (Simelgo) realiza dia 1º de
março, às 19 horas, no Palácio da Indústria, a palestra Fiscalização
Digital – o Cenário Sped no Brasil e em Goiás. O evento faz parte das
atividades do Programa de Desenvolvimento Associativo, uma
parceria entre CNI e Fieg. O assunto será abordado pelo mestre em
Ciências Contábeis Fábio da Silva e Almeida. Ele possui curso de
extensão em Economia e Finanças pela Universidade de Cambridge
(Inglaterra), além de especialização em Controladoria,
Contabilidade e Auditoria. Para participar é necessário confirmar
presença pelo telefone (62) 3224-4462 ou e-mail
contato@simelgo.org.br.
Comunicação digital nas
empresas
Comunicação Digital: Como Entrar na Rede?
Esse é o tema da palestra que será realizada dia 15
de março, a partir das 14h30, na Casa da Indústria.
Destinada a representantes sindicais e
empresários, a atividade abordará a utilização das
ferramentas da comunicação digital nas
estratégias de divulgação da empresa junto a
seus clientes. O palestrante é Alexandre Bessa,
que trabalha no Yahoo! como um dos gerentes de
marketing de produto para a América latina. Com
mais de dez anos de atuação na área de
publicidade, comunicação e mídia interativa, ele
possui visão estratégica da comunicação voltada
para resultados. A iniciativa é do Conselho
Temático de Relações do Trabalho, no âmbito do
Programa de Desenvolvimento Associativo, uma
parceria entre Fieg e CNI. Confirmação de
presença pelo telefone (62) 3219-1419.
Convocação para reunião
ordinária do Conselho de
Representantes da Fieg
O presidente da Fieg, Pedro Alves de
Oliveira, convoca os membros do Conselho de
Representantes da entidade para reunião
ordinária, no dia 5 de março, a partir das 18
horas, na Casa da Indústria. Serão deliberados
os seguintes temas: Relatório de Atividades da

Um mercado sob suspeita - Continuação

Fonte: Revista Exame

A crise na construção e você Sete questões sobre a situação do mercado imobiliário no país – que podem afetar quem comprou, ou pretende comprar, um imóvel. Existe alguma chance de compradores não receberem os imóveis pelos quais pagaram? Os preços já subiram demais? Os atrasos nas obras vão continuar? Para resolver dúvidas como essas, EXAME consultou advogados, assess ...Leia Mais

Indústria já negocia direto com obras

Fonte: DCI

SÃO PAULO - Grande fabricante de metais para acabamento de cozinhas e banheiros no Rio Grande do Sul, a Meber começou a vender seus produtos diretamente para grandes construtoras. Outra gaúcha que fabrica fechaduras e materiais elétricos, a Soprano também está se adequando à nova configuração do mercado. O caminho trilhado pelas duas companhias demonstra que a indústria está encontrando novas formas para lucrar m ...Leia Mais

O crack avança nos canteiros e corrói empregos e sonhos dos operários do PAC

Fonte: IG Economia

Em Jaci Paraná (RO), a 20km das mais modernas hidrelétricas, estima-se que 10% dos “barrageiros” estão sendo consumidos pelo vício. A notícia começou a circular ainda com ares de boato no início tarde do dia 28 de dezembro. Foi ganhando força ao entardecer e quando a noite caiu sobre o lamacento povoado de Jaci Paraná, a 100 quilômetros ao Sul de Porto Velho (RO), tornou-se uma verdade assustadora mesmo para um ...Leia Mais

Presidente Dilma Rousseff participa de entrega de 480 casas no Recife

Fonte: G1

Presidente deve chegar à cidade na segunda-feira (27), por volta das 19h. Casas do Residencial Via Mangue foram financiadas pelo PAC. Na terça-feira (28), às 10h, a presidente Dilma Rousseff participa da entrega de 480 moradias que completam o Residencial Via Mangue, no bairro do Pina, Zona Sul do Recife. É a última parte dos 992 apartamentos de três residenciais que fazem parte do Programa de Aceleramento do Crescimento (PAC). Devem participar tamb ...Leia Mais

Infraestrutura terá inspeção trabalhista

Fonte: SindusCon-SP

O Ministério do Trabalho e Emprego criou o GMAI - Grupo Móvel de Auditoria de Condições de Trabalho em Obras de Infraestrutura (Portaria 195, de 26 de janeiro, DOU de 27 de janeiro). O GMAI deverá inspecionar as obras de infraestrutura, visando promover condições de trabalho adequadas e prevenir infrações à legislação trabalhista, especialmente aquelas que tenham impactos na segurança e na sa&uacu ...Leia Mais

Brasília é capital com maior proporção de hotéis na rede de hospedagem

Fonte: Valor Online

RIO – A cidade de Brasília tem a maior proporção de hotéis do país em relação à rede de estabelecimentos de hospedagem, entre as 27 capitais brasileiras, informou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da Pesquisa de Serviços de Hospedagem (PSH) 2011. Do total dos 222 estabelecimentos em funcionamento na capital do Brasil, 67%, ou 149 unidades, são hot&eacu ...Leia Mais

Com plano de US$1 bi, incorporadora dos EUA desembarca no Brasil

Fonte: Reuters

SÃO PAULO - Com o plano de investir 1 bilhão de dólares em três anos, a incorporadora Related Brasil anunciou sua chegada ao país com uma meta ambiciosa: estar entre as maiores empresas do setor neste mesmo prazo. Criada a partir das incorporadoras norte-americanas The Related Group e Related Companies, a nova empresa começa a dar os passos iniciais em território brasileiro com a estimativa de destinar 120 milhões de dólares ao ...Leia Mais

Programas do governo estimulam setor

Fonte: DCI

Material de construção tem sido um dos focos do governo para alavancar a economia do País. Recentemente, o governo federal lançou uma linha de crédito para a compra desses insumos no valor de R$ 300 milhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A cifra pode ser estendida para até R$ 1 bilhão, caso a demanda seja maior. - Segundo as regras do pacote, o financiamento poderá ser de até R$ 20 mil por tomad ...Leia Mais

MG: Mercado de imóveis começa a se acomodar

Fonte: Diário do Comércio MG

Foram 29.229 transações em 2011, contra 31.746 unidades vendidas no ano anterior, uma queda de 7,9%. O sindicato do setor acredita que os preços continuarão subindo, mas com intensidade menor Apesar de as vendas de imóveis em Belo Horizonte terem somado R$ 8,652 bilhões no ano passado, representando uma elevação de 22,42% na comparação com os R$ 7,067 bilhões registrados em 2010, o número de unidades comerci ...Leia Mais

Prazo para entrega da Dimob se encerra na quarta-feira

Fonte: InfoMoney

SÃO PAULO - As empresas ou pessoas jurídicas equiparadas que comercializaram imóveis construídos, loteados ou incorporados em 2011 têm até a próxima quarta-feira (29) para enviar a Dimob (Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) à Receita Federal. A obrigatoriedade também vale para as empresas que intermediaram aquisição, alienação ou aluguel de i ...Leia Mais

Metrô de Fortaleza é prometido para 15 de junho. VLT segue no papel

Fonte: Portal 2014

O anúncio foi feito pela presidente Dilma Rousseff e pelo governador Cid Gomes. O governo federal e o governo do Ceará firmaram parceria para finalmente concluir as obras do metrô de Fortaleza .Juntos, União e Estado destinarão o montante de R$ 2 bilhões para a construção da nova Linha Leste. A presidenta Dilma Rousseff fez o anúncio do investimento de R$ 1 bilhão pelo governo federal, previstos no Programa de Acelera&c ...Leia Mais