CTE Notícias | 24/06/2013
Fonte: Valor Econômico
Zero Hora/RS
BUROCRACIA E EXIGÊNCIAS FREIAM OBRAS
ALERTA NA CONSTRUÇÃO Construtoras de Porto Alegre advertem que o número de lançamentos de imóveis já caiu e alguns até arriscam que poderá haver um apagão na oferta até o segundo semestre de 2014 Em queda de braço com a prefeitura e o governo federal em razão do que consideram burocracia exagerada, construtoras de Porto Alegre têm reduzido o ritmo de lançamentos, e já há quem preveja um apagão de novos empreendimentos. Ainda que a capital gaúcha tenha deixado de ser um exemplo de agilidade na análise de projetos e facilidade para tocar obras há algum tempo o que é admitido tanto por construtoras quanto pelo poder público, a situação piorou nos últimos meses.As consequências da proibição, por parte da Aeronáutica, de construir imóveis com altitude superior a 48 metros próximo ao aeroporto Salgado Filho, no final de 2011, estariam se concretizando agora, quando começou a escassear a oferta de novos apartamentos e escritórios na região, uma das mais valorizadas da cidade.
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Zero Hora - Últimas Notícias/RS
Entraves impedem o lançamento de projetos imobiliários na Capital
Empresários do setor apontam como a fiscalização sem normas e o caos burocrático da prefeitura.Em queda de braço com a prefeitura e o governo federal em razão do que consideram burocracia exagerada, construtoras de Porto Alegre têm reduzido o ritmo de lançamentos, e já há quem preveja um apagão de novos empreendimentos. Ainda que a capital gaúcha tenha deixado de ser um exemplo de agilidade na análise de projetos e facilidade para tocar obras há algum tempo - o que é admitido tanto por construtoras quanto pelo poder público-, a situação piorou nos últimos meses.Porto Alegre passou a ser vista como uma cidade pouco amigável à construção civil. As empresas maiores, com mais dinheiro para investir, pensam duas vezes antes de decidir por um projeto na cidade - diagnostica José Carlos Martins, vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
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Brasil Econômico/BR
Desempenho do setor segue em alta
As vendas da indústria de materiais de construção para o varejo atingiram, em maio, o segundo melhor resultado do ano, com alta de 1,6% sobre abril. A maior variação de 2013 foi de março, quando as vendas cresceram 13,8% ante fevereiro. Na comparação anual, o faturamento foi 3,1% superior. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
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Portal GAZ
Setor de construção civil trabalha sem crise no País
Nos últimos 12 meses o Brasil registrou, pelo menos, 25 milhões de reformas e ampliações.Apesar dos indicadores apontando para uma volta da preocupação com a inflação, o setor de construção civil não vê crise. O segmento segue aquecido e tem sido impulsionado principalmente por projetos do governo federal e crescimento das moradias. Segundo o diretor de formação profissional da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), José Carlos de Araújo, o setor está entre os três maiores segmentos em importância para a economia do País.Araújo afirma que o setor não vê crise. Dados da Anamaco apontam que em 12 meses foram contabilizados 25 milhões de reformas e pequenas ampliações nas casas dos brasileiros. Outro motivo que mantém a crise afastada é a ascensão das classes D e E para C. Logo no início elas investiram em tecnologia e atualmente se preocupam com reformas e melhorias na casa.
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Valor Econômico
Mercado prevê IPCA maior em 2013 e reduz pela 6ª vez projeção para PIB
Os analistas de mercado elevaram suas projeções para a inflação, mas não alteraram suas apostas para a taxa básica de juros em 2013, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central (BC). Pela sexta semana consecutiva, a previsão para o crescimento da economia neste ano foi reduzida.A mediana das estimativas para a taxa Selic ao fim deste ano estacionou em 9%, após subir por três semanas consecutivas. Os analistas acreditam que a taxa de juro chegará o fim de 2014 também em 9%. Atualmente, a Selic está em 8,0% ao ano.A expectativa para o avanço do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 5,83% para 5,86% em 2013. Na leitura em 12 meses, contudo, a mediana cedeu, de 5,69% para 5,66% de aumento. Quanto a 2014, a mediana das projeções para o IPCA segue em 5,80% de alta.
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O Estado de S. Paulo/BR
Com frustração na indústria, criação de emprego tem pior resultado em 21 anos
Crise. Com a geração de apenas 72 mil novos postos, mercado de trabalho mostra fragilidade da recuperação da economia, com forte queda na abertura de vagas na indústria e desempenho ruim nos setores de construção, comércio e serviços.O mercado de trabalho voltou a perder fôlego em maio e registrou este ano o pior resultado para o mês em 21 anos. O número de demissões também foi recorde. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, as contratações com carteira assinada superaram as demissões em 72.028, bem abaixo do patamar dos três meses anteriores, quando a criação de postos de trabalho superou a marca dos 100 mil por mês.Apenas em 1992, o primeiro ano da série histórica do Caged, o resultado de maio foi menor. Naquele ano, foram abertos apenas 21.533 novos postos. A geração líquida de empregos no mês passado representa uma queda de 48,43% em relação ao mesmo período do ano passado.
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