Matéria divulgada nesta segunda-feira, dia 23 de janeiro, no jornal Valor Econômico, destaca que o negócio de reciclagem de resíduos da construção e demolição (RCD-R) vem crescendo no país. A previsão é de que com o fim dos lixões, previsto em lei para 2014, deve-se iniciar o plano integrado de gerenciamento de resíduos por parte das 5.565 prefeituras, o que leva as empresas recicladoras a apostar numa explosão do setor, que, no entanto, carece de uma legislação específica. De acordo com a Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon), falta incentivo do poder público para que o setor da construção avance em busca de soluções sustentáveis. O segmento reciclador não tem Classificação Nacional de Atividades Econômicas e sem isso nem a Receita Federal nos identifica. A construção do estádio do Itaquerão, em São Paulo, cenário de abertura da Copa 2014, já consumiu mais de 7 mil toneladas de agregados reciclados. Até 2013 serão empregadas 11 mil toneladas. Agregados reciclados substituem matérias-primas virgens e custam menos da metade do preço. Nem todo entulho, contudo, pode ser reciclado como nem tudo que é reciclado pode ser reutilizado em qualquer lugar da obra. Para as sobras da construção civil a tecnologia desenvolvida vai até a utilização dos cinzas (areia, concreto, restos de blocos) e dos vermelhos (cerâmica, tijolos, cacos de telhas), considerados materiais nobres. Clique no Leia Mais para acessar a íntegra da matéria.
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