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Jornal Brasil Econômico - 25/05/2012
Em oito anos, liberação de crédito da
caixa salta de R$ 5 bi para R$ 80 bi
Os
especialistas ainda não conseguem mensurar o quanto as últimas medidas
econômicas, como as mudanças na remuneração das cadernetas de poupança e a
redução da taxa básica de juro, esta última com consequência na diminuição de
spreads e juros bancários, vão impactar o mercado de crédito habitacional e
colaborar, ou não, para reduzir o déficit de moradias no Brasil. Dependendo
da fonte de análise, esse déficit pode variar de 5,8 milhões a 8 milhões de
unidades, a maioria concentrada na baixa renda. Para alguns analistas, zerar
essa demanda, por enquanto, é "utópico" diante dos parâmetros
atuais de desenvolvimento do país e das novas demandas que surgem
diariamente. Mas, eles afirmam, a situação já foi muito pior.
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