terça-feira, 10 de julho de 2012

SETOR E PARLAMENTARES DEBATEM IMPACTOS DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL NAS ÁREAS URBANAS COM MINISTRO DAS CIDADES



Novo Código Florestal
Setor e parlamentares debatem impactos do novo código florestal nas áreas urbanas com ministro das Cidades
Imagem removida pelo remetente.O presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, juntamente com os deputados Eduardo Sciarra (PSD/PR) e Jorge Corte Real (PTB/PE), também vice-presidente da CNI, esteve reunido no último dia 3 de julho, em Brasília, com o ministro das cidades, Aguinaldo Ribeiro, para tratar dos impactos do novo Código Florestal nas áreas urbanas. O deputado Sciarra apresentou emendas à Medida Provisória (MPV) que altera o Código, para modificar seu art. 4º, que trata das Áreas de Preservação Permanente. O novo Código traz dispositivos de grande importância para a gestão das cidades e aglomerados urbanos, para a regularização fundiária, e particularmente estratégicos para a produção de moradias, especialmente àquelas voltadas às populações de baixa renda, em sua maioria situadas na periferia dos grandes centros. Porém, o art. 4º, com a redação dada pela Medida Provisória, fere o dispositivo constitucional que dá aos municípios a competência de decisão sobre o ordenamento de seu espaço urbano, de acordo com cada realidade. O deputado Eduardo Sciarra entende que “as APPS não podem ser grandes espaços desocupados, sujeitos à invasões, que acabam gerando problemas urbanos”. Eduardo Sciarra disse ainda, “a ideia é permitir a flexibilização da utilização das áreas de preservação permanente. Se a emenda for aprovada, ela assegurará que, quando o município for estabelecer os limites mínimos para as faixas marginais em áreas urbanas por meio do seu plano diretor, sejam observados critérios essenciais para a preservação de desastres naturais e proteção da infraestrutura”. Para o deputado, o Código Florestal não pode inviabilizar e encarecer a expansão da área urbana. Fonte: CBIC Legislativo.

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