Propostas para o setor
Estímulo à construção
Texto de autoria de Jorge Luiz Oliveira Almeida, publicado ontem (18), no jornal Estado de Minas, Caderno Mercado Imobiliário, sobre Estímulo à Construção destaca o documento que a CBIC entregou no último dia 9 de novembro ao ministro da Fazenda, Guido Mantega. O conjunto de propostas visa estimular o setor da construção civil, que cresceu 2,7% no ano passado e deve se expandir em aproximadamente 2,5% este ano. Entre elas, destacam-se a redução dos tributos federais que incidem sobre o setor, a desoneração da folha de pagamento, a elevação dos limites do programa Minha Casa, Minha Vida e a sempre reivindicada diminuição da burocracia. Com esse último item, o mercado imobiliário, em especial, tem sofrido muito: problemas com prefeituras, cartórios, agentes financeiros, licenças ambientais são parte do calvário que as construtoras enfrentam para lançar seus empreendimentos. De acordo com o documento, a burocracia tem aumentado significativamente o prazo e o ciclo de execução de uma obra. O presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, tem afirmado que, às vezes, um empreendimento demora de 12 a 15 meses para ficar pronto, mas leva-se até três anos para entregá-lo ao usuário. O texto destaca que, para ter ideia dos números absurdos que recaem sobre a mão de obra da construção, os encargos previdenciários e trabalhistas que incidem sobre o setor no país chegam, em média, a 130,73%. Isso sem contar os benefícios estabelecidos nas Convenções Coletivas de Trabalho, como café da manhã, cesta básica, seguro de vida em grupo, depreciação de ferramentas, entre outros. Na avaliação da CBIC, a desoneração da folha de pagamento e a redução da incidência desses tributos podem contribuir para a queda do preço dos imóveis ao consumidor. Clique aqui para acessar a íntegra do texto no CBIC Opinião dos Associados.
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