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Novo Código Florestal
Setor e parlamentares debatem impactos
do novo código florestal nas áreas urbanas com ministro das Cidades
O presidente
da CBIC, Paulo Safady Simão, juntamente com os deputados Eduardo Sciarra
(PSD/PR) e Jorge Corte Real (PTB/PE), também vice-presidente da CNI, esteve
reunido no último dia 3 de julho, em Brasília, com o ministro das cidades,
Aguinaldo Ribeiro, para tratar dos impactos do novo Código Florestal nas
áreas urbanas. O deputado Sciarra apresentou emendas à Medida Provisória
(MPV) que altera o Código, para modificar seu art. 4º, que trata das Áreas de
Preservação Permanente. O novo Código traz dispositivos de grande importância
para a gestão das cidades e aglomerados urbanos, para a regularização
fundiária, e particularmente estratégicos para a produção de moradias,
especialmente àquelas voltadas às populações de baixa renda, em sua maioria
situadas na periferia dos grandes centros. Porém, o art. 4º, com a redação
dada pela Medida Provisória, fere o dispositivo constitucional que dá aos
municípios a competência de decisão sobre o ordenamento de seu espaço urbano,
de acordo com cada realidade. O deputado Eduardo Sciarra entende que “as APPS
não podem ser grandes espaços desocupados, sujeitos à invasões, que acabam
gerando problemas urbanos”. Eduardo Sciarra disse ainda, “a ideia é permitir
a flexibilização da utilização das áreas de preservação permanente. Se a
emenda for aprovada, ela assegurará que, quando o município for estabelecer
os limites mínimos para as faixas marginais em áreas urbanas por meio do seu
plano diretor, sejam observados critérios essenciais para a preservação de
desastres naturais e proteção da infraestrutura”. Para o deputado, o Código
Florestal não pode inviabilizar e encarecer a expansão da área urbana. Fonte:
CBIC Legislativo. |
terça-feira, 10 de julho de 2012
SETOR E PARLAMENTARES DEBATEM IMPACTOS DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL NAS ÁREAS URBANAS COM MINISTRO DAS CIDADES
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