segunda-feira, 3 de setembro de 2012

PIB da Construção civil registrou queda

PIB
PIB da Construção civil registrou queda
de 0,7% no segundo trimestre deste ano
O PIB (Produto Interno Bruto) variou 0,4% no segundo trimestre de 2012, em relação ao primeiro trimestre deste ano. O resultado foi abaixo do esperado pelo mercado, que trabalhava com uma variação de 0,5% a 0,6%. Três das quatro atividades industriais consideradas no indicador registraram variações negativas. Dentre elas a Construção Civil, que registrou queda de 0,7%. A expectativa era de que mesmo com pequeno crescimento, ela ajudaria na recuperação do número industrial e mostraria ainda algum dinamismo. Esse resultado, no entanto, está alinhado com os insumos típicos da construção – materiais, que registraram queda de 0,6% e não representa os resultados efetivos de construção/produção, mas apenas uma estimativa. A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) teve queda de 0,7%. Esse resultado também surpreendeu negativamente o mercado e foi o resultado que mais preocupou estre os apresentados. A expectativa é de que com as recentes medidas adotadas pelo Governo (que passam fortemente pela Construção), os resultados ao longo do ano sejam melhores. Na comparação com o segundo trimestre de 2011, o PIB cresceu 0,5%. A Construção civil registrou alta de 1,5%. A FBCF registrou redução de 3,7% em relação a igual período do ano anterior, puxada pela queda da produção interna de máquinas e equipamentos. De acordo com o presidente da CBIC, Paulo Simão, a expectativa é de que no segundo semestre deste ano, a economia nacional apresente resultados mais satisfatórios, estimulada pela continuidade da queda dos juros, pelo novo patamar alcançado pela taxa de câmbio e pelas medidas de estímulo à economia, como as desonerações da folha de pagamento, as concessões e investimentos em infraestrutura, possibilidade de retomada das contratações do PMCMV na faixa 1 e os incentivos à aquisição bens de consumo semi-duráveis via redução de IPI.  “Apesar das incertezas mundiais, o País deverá continuar crescendo”, diz Paulo Simão.

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