sexta-feira, 31 de maio de 2013

Indústria da incerteza

Brasil Econômico/BR
Indústria da incerteza
Primeiros indicadores de atividade do segundo trimestre sinalizam que o PIB industrial, que teve queda de 0,3% nos primeiros três meses de 2013, continuará em ritmo lento.
 Embora o governo afirme que há sinais de recuperação econômica já no segundo trimestre, os primeiros indicadores de atividade industrial em abril reforçam as projeções de que o Produto Interno Bruto (PIB) do período repetirá o fraco desempenho dos três primeiros meses do ano, quando cresceu apenas 0,6%. Consumo de energia e dados de atividade da construção civil e da indústria paulista confirmam estagnação também em abril. Com peso de 29,7%, na composição do PIB, a indústria teve queda de 0,3% no primeiro trimestre do ano."Nossa previsão é que o próximo trimestre fique abaixo de 0,6%", afirma Alessandra Ribeiro, economista da Tendências Consultoria, que, como a maioria dos analistas, reviu sua projeção para o ano.

Indústria de blocos de concreto desenvolve ferramenta de sustentabilidade

Jornal Brasil - On-line/DF
Indústria de blocos de concreto desenvolve ferramenta de sustentabilidade
Os fabricantes de blocos de concreto brasileiros integrantes da Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto (BlocoBrasil) estão comprometidos com um projeto pioneiro que permitirá às indústrias aferirem seus índices de eficiência nos processos produtivos, visando à avaliação de parâmetros essenciais sobre a sustentabilidade na fabricação. O projeto, denominado Avaliação de Ciclo de Vida Modular (ACV-m) de blocos e pavimentos intertravados de concreto, teve início neste primeiro trimestre de 2013 e está sendo desenvolvido pelo Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), e é apoiado pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e pela BlocoBrasil.A finalidade do projeto é a de coletar dados e quantificar indicadores de produção que auxiliem as empresas a avaliar e gerenciar seus processos, contribuindo com a sustentabilidade no setor da construção civil.

Indústria ainda patina

Correio Braziliense/BR
Indústria ainda patina
A indústria brasileira não consegue recuperar o ritmo e segue patinando. Os dados divulgados ontem pelo IBGE indicam que o setor mantém uma trajetória, iniciada no fim de 2011, de crescimento próximo de zero. No primeiro trimestre deste ano, o total das riquezas produzidas pelo parque fabril recuou 0,3% na comparação com o trimestre anterior e 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado.A desacelaração (da construção civil) é reflexo do desaquecimento da economia. Mas esperamos que ela volte a reagir a partir do segundo semestre, se as concessões do governo em infraestrutura avançarem , comentou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão. (DA ) Colaborou Rosana Hessel 

Celso Ming


O Estado de S. Paulo/BR
Celso Ming
Diante do PIB decepcionante do primeiro trimestre e da perspectiva de desilusões mais ou menos equivalentes nos próximos, o governo Dilma não vai ficar como está.São duas opções: ou faz mais do mesmo ou muda tudo. Ambas incluem riscos e poucos resultados imediatos, pelo menos até as vésperas das eleições presidenciais de 2014.Na entrevista que deu logo após a divulgação do PIB, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, indicou que há mudanças em curso. Em vez de turbinar o consumo, como fez até recentemente, a ênfase da política econômica vai para o investimento.É um reconhecimento, ainda que tardio, de que a política econômica partira do diagnóstico errado, de que o problema era o baixo consumo. A estratégia até então determinava que, uma vez estimulado o consumo, a produção (e o investimento) iria atrás, como cachorro de mendigo.

Economia brasileira cresce 0,6% no primeiro trimestre do ano

Economia brasileira cresce 0,6% no primeiro trimestre do ano

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: O Estado de São Paulo

Depois do "pibinho" de 2012, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano foi de 0,6% na comparação com o último trimestre de 2012. O dado foi divulgado nesta quarta-feira, 29, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Onúmero ficou abaixo da mediana das projeções do mercado (AE Projeções), de 0,90%, e dentro das estimativas dos analistas, que iam de alta de 0,55% a 1 ...Leia Mais

IGP-M fica estável em maio após alta de 0,15% em abril, diz FGV

IGP-M fica estável em maio após alta de 0,15% em abril, diz FGV

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Reuters Brasil

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) ficou estável em maio, após elevação de 0,15 por cento em abril, com maior intensidade da queda dos preços no atacado e em meio à desaceleração da alta no varejo, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira. Em relação à segunda prévia de maio, houve leve desaceleração do indicador após va ...Leia Mais

Internet é preferida para a divulgação de imóveis

Internet é preferida para a divulgação de imóveis

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

A internet é atualmente a principal mídia para veiculação de anúncios imobiliários, superando os classificados dos jornais impressos como primeira opção de busca por quem deseja comprar, vender ou alugar imóveis comerciais e residenciais. É o que mostram os números relativos à quantidade de ofertas disponíveis nos portais. As opções são muitas, assim como é grande a quantid ...Leia Mais

Leblon, no Rio, tem o metro quadrado mais caro do Brasil, R$ 21 mil

Leblon, no Rio, tem o metro quadrado mais caro do Brasil, R$ 21 mil

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

Principal cartão-postal do Brasil e sede dos Jogos Olímpicos de 2016, o Rio de Janeiro ganhou, em abril, outro título: a da primeira cidade brasileira a ultrapassar a marca de R$ 9 mil no preço médio do metro quadrado. O índice FipeZap, feito em parceria pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e a Zap Imóveis mostra que a capital fluminense teve preço médio de R$ 9.052 no período, um cr ...Leia Mais

Sobram compradores para alto padrão

Sobram compradores para alto padrão

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

O mercado de apartamentos e casas de alto luxo no país só não cresce mais porque faltam terrenos para construí-los. Compradores têm de sobra. Mais da metade dos milionários brasileiros têm, entre seus sonhos, comprar outro imóvel de luxo, num mercado que deve movimentar R$ 4,6 bilhões nos próximos cinco anos, segundo números do setor. A pouca oferta nesse cenário exclusivo se explica pela carência de & ...Leia Mais

Títulos privados financiam projetos habitacionais

Títulos privados financiam projetos habitacionais

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

Instrumentos criados pelas leis 9.514/97 e 10.931/2001 para financiar o sistema financeiro habitacional, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e as Cédulas de Crédito Imobiliário (CCI) somavam em abril deste ano um estoque de R$ 158,4 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Os tr&e ...Leia Mais

Fundos se popularizam e atraem novos investidores

Fundos se popularizam e atraem novos investidores

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

A popularização dos fundos imobiliários para os investidores do varejo tem contribuído para a queda do custo de captação de recursos para construção de novos empreendimentos. A popularização dos fundos também está em linha com a estratégia de capitalização das empresas para investir no foco de seus negócios. "Os fundos proporcionaram a captação de recursos ...Leia Mais

Investidores estrangeiros ampliam apostas no Brasil

Investidores estrangeiros ampliam apostas no Brasil

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

O interesse do investidor estrangeiro no setor imobiliário brasileiro vem crescendo desde 2001, quando entraram no país US$ 187 milhões com essa finalidade. No ano passado, a injeção de dinheiro externo somou US$ 3,6 bilhões. A grande novidade dos últimos dois anos é que os investidores mais conservadores passaram a engrossar a fileira de interessados. "E isso só aconteceu depois que eles se convenceram do amadurecim ...Leia Mais

Inadimplência é a mais baixa do setor financeiro

Inadimplência é a mais baixa do setor financeiro

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

Depois que transforma o sonho da casa própria em realidade, nada parece impedir o brasileiro de mantê-la assim. O resultado é o mais baixo índice de inadimplência entre todas as modalidades de crédito assumidas pelo consumidor: apenas 1,8% dos mutuários estão com mais de três meses de atraso no pagamento, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança ( ...Leia Mais

Repasses somam R$ 20,4 bilhões no primeiro trimestre

Repasses somam R$ 20,4 bilhões no primeiro trimestre

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

O crédito imobiliário, que em 2012 teve um desembolso de R$ 82,8 bilhões e até março deste ano registrava um saldo em carteira de R$ 318,5 bilhões, vai crescer mais que o PIB brasileiro. Um dos reflexos é o volume de lançamentos do primeiro trimestre registrado em São Paulo, que concentra 60% do mercado brasileiro, com 2.145 unidades novas contra 1.578 do mesmo período de 2012 - um aumento de 80,35%. No primeiro t ...Leia Mais

Ações do setor têm desempenho volátil

Ações do setor têm desempenho volátil

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

As ações da maior parte das empresas que compõem o Índice Imobiliário (Imob) da BMFBovespa tiveram, do início do ano até 20 de maio, desempenho negativo. A desvalorização desses papéis é atribuída por analistas a "uma correção", já que, no ano passado, boa parte deles havia registrado valorização elevada. A queda no decorrer do ano é relacionada tamb& ...Leia Mais

Demanda esfria com recuo de investidor

Demanda esfria com recuo de investidor

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

A escalada dos preços em meio à euforia que dominou o mercado imobiliário brasileiro nos últimos anos fez ressurgir - e com força total - um perfil muito especial de comprador: o investidor. Até fins de 2008, apenas 27% das pessoas que tinham a intenção de comprar um imóvel nos dois anos seguintes em São Paulo afirmavam que o objetivo era investir. Todo o restante era gente interessada em comprar para morar. Entre ...Leia Mais

Mercado ainda é forte, mas com demanda menor

Mercado ainda é forte, mas com demanda menor

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

Um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) emitido em julho de 2012 alertou que o Brasil poderia ser "vítima de seu próprio sucesso". Na análise "Avaliação da Estabilidade do Sistema Financeiro", realizada desde 1999 em 22 países em intervalos de cinco anos e que leva em conta o atual estágio de seus mercados financeiros, o órgão referia-se a um cenário da expansão a ...Leia Mais

Oferta de imóvel comercial é favorável aos inquilinos

Oferta de imóvel comercial é favorável aos inquilinos

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico

Betancourt, da Colliers: situação que era de escassez, voltou ao normal. O crescimento no número de lançamentos de prédios de escritórios, salas comerciais, centros de distribuição e galpões logísticos em 2013 dá aos inquilinos um grande número de opções e um grande poder para negociar os preços de aluguel, que devem ou se manter estáveis, dependendo da localizaç&atil ...Leia Mais

Sem bolha

Sem bolha

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

Tido como um dos motores de qualquer economia, o ramo imobiliário no Brasil nunca esteve tão na mira de empresários e investidores nacionais e estrangeiros como nos últimos sete anos. Foi nesse período que as 14 maiores incorporadoras no país abriram capital na BM&F Bovespa a fim de levantar recursos para suportar o crescimento que viria pela frente. Algumas dessas empresas se deram bem, como a Cyrela Realty, que viu suas aç&otild ...Leia Mais

Entidades pedem elevação do teto de financiamento

Entidades pedem elevação do teto de financiamento

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

A última revisão do teto para o financiamento de imóveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) ocorreu em 2009, e estabeleceu como limite máximo o valor de R$ 500 mil. O que na época parecia razoável, hoje se revela aquém da realidade de mercado. O boom imobiliário vivido nos anos 2009-2011 jogou o preço de casas e apartamentos lá para cima, transformando ativos de R$ 200 mil em imóveis de ...Leia Mais

Falta terreno para construir nas capitais

Falta terreno para construir nas capitais

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Econômico/Especial Construção

A dificuldade por parte das construtoras em encontrar terrenos e os altos preços praticados para aqueles disponíveis estão empurrando as obras do programa Minha Casa, Minha Vida para regiões cada vez mais distantes dos grandes centros. Mesmo a recente elevação em cerca de 15,6% na faixa I, destinada a quem tem renda de até R$ 1.600, aumentando seu valor máximo para R$ 76 mil, não conseguiu desatar o nó da constru&c ...Leia Mais

Empresas migram para práticas mais sustentáveis

Empresas migram para práticas mais sustentáveis

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: Valor Online

Responsáveis pelo consumo elevado de energia e de água e pela geração de grande quantidade de lixo digital, os data centers vêm passando, nos últimos anos, por uma adequação para mudar o conceito para práticas mais sustentáveis. Técnicas para tornar mais eficientes os mecanismos de refrigeração, reciclagem e descarte adequado de desktops e servidores, reutilização de materiais, cert ...Leia Mais

ABCIC participa da Construction Expo 2013 com salão da Construção Industrializada do Concreto

ABCIC participa da Construction Expo 2013 com salão da Construção Industrializada do Concreto

CTE Notícias | 29/05/2013


Fonte: ABCIC

A ABCIC (Associação Brasileira da Construção Industrializada do Concreto) participa da Construction Expo 2013 - 2ª Feira Internacional de Edificações & Obras de Infraestrutura, que será realizada de 5 a 8 de junho no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, com o Salão da Construção Industrializada do Concreto. O salão mostrará o processo de elaboração dos pr ...Leia Mais

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Terceirização e subcontratação: o joio e o trigo

Correio Braziliense/BR
Terceirização e subcontratação: o joio e o trigo
Presidente do Clube de Engenharia de Brasília A terceirização de serviços, de forma crescente e destoante de seus objetivos legais, vem servindo à prática de ações prejudiciais aos trabalhadores, à administração pública e à sociedade. É comum a imprensa registrar maus-tratos impostos a operários que se ligam a empresas ou a empresários dispostos a servir ilegalmente a detentores de contratos, pelos quais, no ímpeto de cortar custos, transferem responsabilidades trabalhistas e previdenciárias a esses senhores, que, com certeza, não vão honrá-las.Essas práticas abomináveis vêm estigmatizando o instituto da terceirização de forma indiscriminada.Já a subcontratação de serviços configura-se como instrumento precioso para o atendimento a etapas caracterizadas por itens que requerem especialização, e que ocorrem de forma descontínua na execução do objeto.

Investimento público avançou 51% após criação de programa

DCI - Comércio, Indústria e Serviços/SP
Investimento público avançou 51% após criação de programa
Ainda segundo a ministra do Planejamento, a economia já dá sinais de recuperação. Ela defende os meios usados para combater a alta dos preços.A ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior, afirmou ontem que o investimento público no Brasil cresceu 51% desde que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foi lançado (2007). "O crescimento do investimento tem aumentado duas vezes o que tem crescido o PIB [Produto Interno Bruto]", disse.vezes o que tem crescido o PIB [Produto Interno Bruto]", disse.
 "É importante perceber como investimento se tornou um dos nossos grandes motores do crescimento", complementou, durante audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2014.

Financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida

Diário do Nordeste - Online/CE
Financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida
O Governo do Estado enviou à Assembleia Legislativa, por meio de mensagem, projeto de Lei que autoriza o Executivo a contratar financiamento de até R$ 220 milhões junto à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil, para financiar contrapartidas em contratos do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) em que o Estado participe como contratante ou interveniente. A matéria foi lida na sessão de ontem e encaminhada para análise das comissões técnicas da Casa.De acordo com a mensagem, os financiamentos que serão contratados pelo Governo do Estado fazem parte do Programa de Contrapartidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), pelo qual o Governo Federal passou a disponibilizar, por meio da Caixa e do Banco do Brasil, linha de crédito especial destinada ao financiamento de contrapartidas em contratos do "Minha Casa, Minha Vida".

Falta terreno para construir nas capitais


Valor Econômico/BR
Falta terreno para construir nas capitais
Habitação popular Escassez de área nas metrópoles leva Minha Casa, Minha Vida para as cidades do interior.A dificuldade por parte das construtoras em encontrar terrenos e os altos preços praticados para aqueles disponíveis estão empurrando as obras do programa Minha Casa, Minha Vida para regiões cada vez mais distantes dos grandes centros. Mesmo a recente elevação em cerca de 15,6% na faixa I, destinada a quem tem renda de até R$ 1.600, aumentando seu valor máximo para R$ 76 mil, não conseguiu desatar o nó da construção de moradias nas principais capitais. O fato - dizem os especialistas - é que os valores são inviáveis justamente nas áreas mais carentes de habitação. Esse leque de dificuldades, no entanto, não vem impedindo o avanço do Minha Casa, Minha Vida.

Entidades pedem elevação do teto de financiamento



Valor OnLine/BR
Entidades pedem elevação do teto de financiamento
A última revisão do teto para o financiamento de imóveis pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) ocorreu em 2009, e estabeleceu como limite máximo o valor de R$ 500 mil. O que na época parecia razoável, hoje se revela aquém da realidade de mercado.
 O boom imobiliário vivido nos anos 2009-2011 jogou o preço de casas e apartamentos lá para cima, transformando ativos de R$ 200 mil em imóveis de R$ 700 mil ou mais. Esse cenário e mais o fato de as vendas terem caído de 492.908 unidades em 2011 para 453.209 no ano passado levaram as principais entidades do setor (Abecip, Secovi e a CBIC) a levantar novamente a bandeira junto ao Ministério da Fazenda para revisão do teto, agora para R$ 750 mil.De acordo com as contas da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), o preço do metro quadrado por área útil na cidade de São Paulo subiu de R$ 3.943, em 2009, para R$ 7.174, no fim do ano passado.

Investimento pode fazer o PIB ter a maior alta da era Dilma

Valor OnLine
Investimento pode fazer o PIB ter a maior alta da era Dilma
O investimento decolou no primeiro trimestre e ajudou a sustentar uma taxa de crescimento mais forte da economia no período, em relação aos últimos três meses de 2012. No entanto, a recuperação do setor industrial, que pareceu ganhar força em janeiro mas perdeu fôlego nos meses seguintes, continua a ocorrer de forma gradual e lenta, frustrando expectativas de expansão superior a 1% da atividade doméstica no período.Após alta de 0,6% no último trimestre de 2012, 14 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data projetam, em média, que o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 0,9% entre janeiro e março, na comparação com o último trimestre do ano passado, feitos os ajustes sazonais.

Custo da construção civil sobe 1,24% em maio, diz FGV

Folha de S. Paulo/BR
Custo da construção civil sobe 1,24% em maio, diz FGV
O INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou alta de 1,24% em maio, ante variação positiva de 0,84% em abril, informou a FGV (Fundação Getúlio Vargas) nesta segunda-feira (27).No ano, o índice acumula variação de 3,59% e, nos últimos 12 meses, alta de 7,19%.
O avanço do indicador foi puxado pelo custo da mão de obra, que subiu 1,88% em maio, após registrar alta de 1,15% em abril. A aceleração foi consequência do reajuste dos salários dos trabalhadores da construção em São Paulo, onde a data base é em maio.

Conversa com a presidenta

O Estado do Maranhão
Conversa com a presidenta
Mensagem da presidenta Dilma sobre os estádios da Copa das Confederações
Viajei pelo país para inaugurar os seis estádios que vão receber a Copa das Confederações e os jogos da Copa do Mundo do ano que vem. Fiquei impressionada com a beleza e a modernidade desses novos palcos do futebol: o Castelão, em Fortaleza, o Mineirão, em Belo Horizonte, o Maracanã, no Rio de Janeiro, a Arena Fonte Nova, em Salvador, o Mané Garrincha, em Brasília, e a Arena Pernambuco, na Grande Recife. A construção desses seis estádios mostra que o nosso povo tem determinação, capacidade e competência para fazer a melhor Copa de todos os tempos.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Emprego formal subiu 9,39% desde 2011

DCI Online/SP
Emprego formal subiu 9,39% desde 2011
O mercado de trabalho gerou em abril 196.913 postos formais de emprego, alta de 0,49% em relação ao mês anterior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O desempenho positivo é resultado da geração de 1.938.169 admissões e 1.741.256 desligamentos, os maiores para o período. Só no atual governo, entre janeiro de 2011 e abril de 2013, o crescimento de empregos chegou a 9,39%, representando uma alta de 4.139.853 postos.Na última semana, o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, divulgou os dados que, segundo ele, demonstram a retomada de crescimento do emprego. "Os números são otimistas, pois indicam crescimento em praticamente todos os setores da economia", avalia o ministro, reiterando a expectativa do ministério de que o País gere 1,5 milhão de vagas este ano.

Custo da construção registra ligeira alta em maio, segundo FGV

Agência Brasil/BR
Custo da construção registra ligeira alta em maio, segundo FGV
São Paulo – O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou taxa de variação de 1,24% em maio, acima do resultado do mês anterior, de 0,84%. Desde o início do ano, o índice acumulou variação de 3,59% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada foi de 7,19%. Os dados foram divulgados hoje (27) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).O grupo de materiais, equipamentos e serviços teve variação de 0,56%, ante variação de 0,50% no mês anterior. Dentro desse grupo, os materiais e equipamentos tiveram variação de 0,65%, ante 0,46% no mês anterior. Tiveram alta os materiais para estrutura (0,51% para 0,98%) e materiais para instalação (0,13% para 0,15%).
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Norma 15.575 prevê prazo de validade de cada item da construção, de paredes a fachadas

Extra Online/RJ
Norma 15.575 prevê prazo de validade de cada item da construção, de paredes a fachadas
A partir do momento em que a norma começar a valer, em 19 de julho, o que compõe um imóvel construído após a entrada em vigor da nova regra terá uma vida útil. Em outras palavras, significa que terão um prazo de validade. Entretanto, se a pessoa quiser ter direito a indenizações das construtoras - caso algo estrague antes do previsto -, ela também deverá seguir algumas normas. Fazer manutenções periódicas é uma delas. Não alterar a estrutura da moradia sem ter a aprovação da construtora e/ou do poder público é outra.
 Caso os novos projetos não estejam adequados à lei, não deverão ser aprovados pelas prefeituras.
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Nova alta de juros deve afetar papéis de varejo e construtoras


O Globo Online/BR
Nova alta de juros deve afetar papéis de varejo e construtoras
A perspectiva de uma nova alta de juros na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) nesta quarta-feira deve afetar o desempenho de papéis de construtoras, empresas do setor de varejo e de infraestrutura, na avaliação de analistas. O impacto negativo sobre as ações ganha ainda mais destaque num cenário em que o Ibovespa, principal índice do mercado, acumula queda de 7,46% no ano. Especialistas preveem ainda novas altas da taxa básica de juros para combater a inflação. Até o começo de 2014, a taxa - atualmente em 7,5% ao ano - pode chegar até a 8,75%, de acordo com as apostas de economistas do mercado financeiro. Para a reunião desta semana, o mercado ainda está dividido entre a possibilidade de uma alta de 0,25 ponto percentual ou de 0,5 ponto percentual.
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Caixa financiará R$ 590 milhões para construtoras


O Estado do Maranhão/MA
Caixa financiará R$ 590 milhões para construtoras
Parte dos recursos será destinada a imóveis do Minha Casa Minha Vida e ao Plano Nacional de Habitação Rural.Na manhã de ontem, a Caixa, o Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon-MA) e representantes de diversas construtoras assinaram durante o 3º Festimóveis contratos e cartas de garantia de investimentos no valor de R$ 590 milhões.Com os contratos, serão mais 5.557 unidades habitacionais construídas em diversos municípios do estado, dos quais mais de 4.000 serão beneficiados com o Programa Minha Casa Minha Vida, faixas I e II, e com o Plano Nacional de Habitação Rural (PNHR).
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Atividade no setor da construção cai pelo 6º mês seguido


O Estado de S. Paulo/BR
Atividade no setor da construção cai pelo 6º mês seguido
Grandes empresas do segmento foram responsáveis por mau resultado da indústria no mês de abril, segundo sondagem realizada pela CNI.A indústria da construção civil mostrou piora no mês de abril. Tiveram queda o nível de atividade, que recuou pelo sexto mês consecutivo, e a utilização da capacidade de operação. As informações fazem parte da pesquisa Sondagem Indústria da Construção, divulgada na quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).O indicador de evolução do nível de atividade do setor registrou 45,5 pontos no mês passado, na média das indústrias de pequeno, médio e grande porte. Considerando apenas as maiores empresas, o índice foi ainda menor: 44,9 pontos.
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Crédito para a elite


Correio Braziliense/BR
Crédito para a elite
Caixa abre canal de financiamento com o objetivo de conquistar clientela de alta renda.Segmento tem potencial de dobrar participação no mercado imobiliário. Disposição da Caixa Econômica Federal em brigar por uma fatia maior do financiamento de imóveis mais caros, manifestada esta semana com a estreia de um canal especial de vendas, em parceria com o Banco Pan, confirma o interesse do setor bancário no potencial do cliente de alta renda de dobrar sua participação, para 20% do bolo. O esforço do governo de facilitar financiamentos de unidades avaliadas acima de R$ 500 mil também visa manter o crescimento dos empréstimos ao ramo habitacional, com reflexos positivos sobre a economia desde a última década. A expectativa é que o crédito imobiliário ultrapasse o pessoal no segundo semestre e alcance R$ 343 bilhões até 31 de dezembro.
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Edificar 2013 deve movimentar R$ 100 mi em negócios

Mídia News
Edificar 2013 deve movimentar R$ 100 mi em negócios
Com o evento, Cuiabá vira a capital nacional dos negócios da habitação e da construção.
A partir desta quinta-feira (23), Cuiabá é a capital nacional dos negócios da habitação e da construção. A Edificar 2013, feira do segmento que chega ao seu segundo ano, está maior, melhor e com mais novidades.Uma delas é a realização do 9º Feirão Caixa da Casa Própria, uma oportunidade para adquirir ou trocar casa ou apartamento novo ou usado com taxas especiais para financiamento.A Edificar 2013 tem o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e é uma promoção do Sinduscon/MT, do Secovi/MT e da Indústria d’Eventos.
 

Faturamento no Feirão da Casa Própria deve ser três vezes maior este ano

O Estado do Maranhão/MA
Faturamento no Feirão da Casa Própria deve ser três vezes maior este ano
Empresários e Caixa confirmam na abertura do evento a expectativa de fechar R$ 75 milhões em negócios, 340% a mais em relação aos R$ 22 milhões.O sonho da casa própria está sendo disponibilizado para os maranhenses de forma facilitada na 3ª edição do Festimóveis e no 9º Feirão Caixa da Casa Própria. Os eventos, que ocorrem paralelamente, foram abertos ontem no Shopping da Ilha. São 30 estandes de 15 empresas com diversas opções. Mais de 6.500 imóveis entre casas e apartamentos novos, usados e na planta estão sendo disponibilizados. São esperados negócios da ordem de R$ 75 milhões, segundo a direção da Caixa e do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Maranhão (Sinduscon/MA), realizadores dos eventos.No ano passado, durante o feirão, foram disponibilizados 3.200 imóveis.