|
Seminário
Empreendimento público pede diálogo
para deslanchar
Uma
das conclusões do painel "Como compatibilizar as novas tecnologias,
custos e preços", do seminário "Os Novos Paradigmas da Engenharia
Brasileira", foi a necessidade de mais diálogo entre os principais
atores do setor de construção para destravar grandes obras públicas. No
suplemento Especial Construção – Engenharia em revisão, publicado nesta
quinta-feira (11), a Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias
(Aneor) pede urgência na liberação de obras paradas; a Caixa Econômica
Federal chama a atenção para a qualidade dos projetos apresentados para a
obtenção de financiamentos e o Tribunal de Contas da União (TCU), muitas
vezes apontado como o "vilão" dos atrasos, define novas ações para
aprimorar os sistemas de fiscalização de obras. "Estamos preocupados com
o ritmo lento do setor", diz José Alberto Pereira Ribeiro, presidente da
Aneor. "O Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) não está
acontecendo e há 18 meses não temos novos contratos e licitações". Ele
acredita nas boas intenções do governo federal para resolver as paralisações
de obras rodoviárias, por conta de problemas de gestão de órgãos como o
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), mas afirma que
as empresas do ramo já estão deixando de contratar pessoal e não compram
material e equipamentos. "Temos 200 companhias que dependem
exclusivamente de contratos públicos". Para o superintendente nacional
de assistência técnica e desenvolvimento sustentável da Caixa, José Carlos
Medaglia Filho, a instituição teve de revisar seu papel de agente de
financiamento e selecionadora de projetos a partir de um nova onda de
investimentos provocada pelo PAC e pelo Minha Casa, Minha Vida. Clique
aqui para acessar a íntegra da matéria.
|
quarta-feira, 18 de julho de 2012
EMPREENDIMENTO PÚBLICO PEDE DIÁLOGO PARA DESLANCHAR
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário