quarta-feira, 18 de julho de 2012

EMPREENDIMENTO PÚBLICO PEDE DIÁLOGO PARA DESLANCHAR



Seminário
Empreendimento público pede diálogo para deslanchar
Uma das conclusões do painel "Como compatibilizar as novas tecnologias, custos e preços", do seminário "Os Novos Paradigmas da Engenharia Brasileira", foi a necessidade de mais diálogo entre os principais atores do setor de construção para destravar grandes obras públicas. No suplemento Especial Construção – Engenharia em revisão, publicado nesta quinta-feira (11), a Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias (Aneor) pede urgência na liberação de obras paradas; a Caixa Econômica Federal chama a atenção para a qualidade dos projetos apresentados para a obtenção de financiamentos e o Tribunal de Contas da União (TCU), muitas vezes apontado como o "vilão" dos atrasos, define novas ações para aprimorar os sistemas de fiscalização de obras. "Estamos preocupados com o ritmo lento do setor", diz José Alberto Pereira Ribeiro, presidente da Aneor. "O Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2) não está acontecendo e há 18 meses não temos novos contratos e licitações". Ele acredita nas boas intenções do governo federal para resolver as paralisações de obras rodoviárias, por conta de problemas de gestão de órgãos como o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), mas afirma que as empresas do ramo já estão deixando de contratar pessoal e não compram material e equipamentos. "Temos 200 companhias que dependem exclusivamente de contratos públicos". Para o superintendente nacional de assistência técnica e desenvolvimento sustentável da Caixa, José Carlos Medaglia Filho, a instituição teve de revisar seu papel de agente de financiamento e selecionadora de projetos a partir de um nova onda de investimentos provocada pelo PAC e pelo Minha Casa, Minha Vida. Clique aqui para acessar a íntegra da matéria.

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