terça-feira, 25 de março de 2014

19/03/2014
Brasil Econômico
Empresas reclamam do acesso ao crédito 
Pesquisa mostra que a obtenção de recursos no ano passado foi mais restrita que no período de 2010 a 2012, principalmente para investimentos
Apenas o bom volume de recursos para financiamento imobiliário não é suficiente para fortalecer a cadeia da construção, dizem os empresários. Sondagens da Construção da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) mostram insatisfação quando o tema é acesso ao crédito, entre eles recursos para investimento e capital de giro. "O acesso ao crédito em 2013 foi considerado mais difícil do que entre 2010 e 2012. O indicador médio do ano foi de 43,2 pontos, substancialmente abaixo do observado desde o início da pesquisa: 50,4 em 2010, 47,7 em 2011 e 47,6 em 2012", informa a pesquisa da entidade. Quanto mais abaixo de 50 pontos, maior é a insatisfação, e quanto menor a empresa mais aumenta o grau de preocupação com essa barreira.


Brasil Econômico
Indústria já sonha com terceira fase do Minha Casa, Minha Vida
Programa do governo é um dos maiores responsáveis pelo desenvolvimento das construtoras de menor porte
A indústria da construção civil espera ter este ano uma definição importante do governo federal: a continuidade do programa Minha Casa, Minha Vida, cuja segunda fase, iniciada na atual gestão, acabará no final de 2014.0 programa estava previsto em 2 milhões de unidades - que somadas à primeira fase totalizaria 3 milhões. Foi ampliado em mais 750 mil unidades, sendo que apenas 510 mil restaram para ser contratadas neste ano. "Se mantivermos o ritmo, a tendência é ultrapassarmos esses números porque a demanda é muito grande", diz Teotonio Rezende, diretor de habitação da Caixa Econômica Federal, seu principal agente financiador. Além de ser um programa social importante para a redução do déficit habitacional, principalmente no da faixa de menor poder aquisitivo da população, o Minha Casa, Minha Vida é um dos maiores impulsionadores do setor e do desenvolvimento das construtoras de menor porte.

Brasil Econômico
Crescimento continua 
Alta na construção deve ser superior à registrada em 2013, que chegou a 1,9% e ultrapassou o resultado de 2012
lolanda Nascimento
A perspectiva de que muito projetos de infraestrutura no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) vão sair do papel e finalmente virar realidade está animando o setor da construção civil. O otimismo é comedido e não se compara ao do início de 2013, quando iniciou o ano com uma estimativa que logo não vingou e foi sendo revista sempre para baixo já a partir do segundo trimestre. Ninguém, é claro, prevê para 2014 uma expansão de dois dígitos como a registrada em 2010, quando a construção civil viveu um dos seus momentos históricos. Mas a maior parte estima alta superior à verificada em 2013, que ficou em 1,9% e superou o crescimento de apenas 1,4% do ano anterior, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) compilados pela Câmara Brasileira da Indústria da Coastrução (CBIC). "Nós tivemos uma fase de muita euforia, até de exagero do mercado, que resultou em elevados estoques, falta de mão de obra e de materiais, mas ele vem se reequilibrando e deverá continuar crescendo, mas ainda com muito equilíbrio", diz Paulo Safady Simão, presidente da CBIC, se referindo ao boom de 2010 que se estendeu até o primeiro trimestre de 2012. "Vamos continuar com um mercado imobiliário positivo porque tem ainda muita demanda a ser suprida, e a área de infraestrutura tem uma perspectiva melhor este ano em função dos projetos que serão finalizadas para a Copa do Mundo e da recente definição pelo governo federal de alguns modelos de concessão", afirma Simão, mantendo em sigilo o percentual de alta esperado para este ano.

Economia & Negócios - Agência Estado
Para CBIC, ambiente é hostil para a iniciativa privada
SÃO PAULO - O setor privado está vivendo um ambiente desfavorável para os investimentos, de acordo com o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Simão. "O ambiente está hostil para os empresários", afirmou, citando excesso de burocracia, inflação alta, intervencionismo do governo e leis trabalhistas consideradas arcaicas.
A crítica de Simão ao ambiente de negócios ocorreu durante a cerimônia de abertura da Feicon Batimat, feira de materiais de construção. O evento também conta com participação do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Mauro Borges.
Simão deu o exemplo de um estudo encomendado pela entidade apontando que a burocracia responde por 12% a 31% dos custos de uma obra. "Quem paga por isso é o consumidor, que também tem que esperar mais para receber o empreendimento".

Gazeta do Povo
Inovação é fundamental para crescer
Inovação é palavra de ordem na construção civil. As empresas do setor, onde a tradicional obra de tijolo sobre tijolo ainda impera, precisam investir em tecnologias e sistemas construtivos para alcançar patamares próximos da construção em países da Europa e América do Norte e satisfazer o consumidor brasileiro, que, cada vez mais exigente e informado, já busca diferenciais de economia e sustentabilidade nos imóveis, conforme revela uma pesquisa inédita da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (veja matéria abaixo).
De olho nesse avanço necessário, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Paraná (Sinduscon-PR) promove a 5ª edição do Encontro Nacional para Inovação da Construção Civil (Eninc), que será nos dias 2 e 3 de junho, no Centro de Eventos da Fiep, em Curitiba, com a inovação como tema principal.

Gazeta do Povo
Bolha ou inflação de preços imobiliários?
Parafraseando Mark Twain, as notícias sobre uma suposta bolha imobiliária brasileira têm sido bastante exageradas. Em nossa avaliação, não existe uma bolha imobiliária no Brasil e menos ainda em Curitiba. O que existe é a confusão entre  bolha imobiliária  e aumento de preços, como se esses fossem sinônimos. Não são. Examinemos aqui a questão, procurando sempre colocar números e estatísticas de mercado   o que não se vê, aliás, nas matérias sobre bolha que apenas martelam a questão do aumento de preços como algo absoluto.
Comecemos com uma definição que sempre falta nos artigos: o que é uma bolha imobiliária? Como ela se forma e quando ela estoura?
Bem, não existe consenso absoluto sobre a matéria, mas nos parece suficiente definir aqui bolha imobiliária como a valorização do mercado de ativos imobiliários, sem fundamentos que a justifiquem. Essa bolha se forma na crença de que os preços continuarão a subir, gerando oportunidades de lucros ao se comprar o ativo (no caso um imóvel) no presente para revendê-lo por um valor maior no futuro. Ou seja, uma bolha é gestada a partir da ideia de se comprar um ativo (no caso, um ativo imobiliário) com a clara noção especulativa.

UOL Notícias
Com menos burocracia, preço dos imóveis cairia até 20%
No final do ano passado, a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), instituição que tenho a honra de presidir, realizou em São Paulo, em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e com o Movimento Brasil Competitivo (MBC), o workshop final destinado à avaliação dos resultados do trabalho sobre as "Principais Barreiras Regulatórias e Burocráticas no Desenvolvimento do Setor Imobiliário Brasileiro", encomendado à empresa internacional especializada Booz & Company .
Depois de devidamente formatado, esse estudo e suas conclusões propositivas serão formalmente entregues, nos próximos dias, às principais autoridades da República, na forma de uma contribuição capaz de mostrar como a desburocratização pode abaixar o preço do imóvel.
As conclusões enfatizam aspectos relacionados com os impactos no prazo de construção, na segurança jurídica dos negócios e, principalmente, na redução final dos custos e dos preços de venda.
Yahoo! Notícias Brasil
Burocracia encarece imóveis em 12% e gera prejuízo de R$ 18 bilhões por ano
SÃO PAULO - O excesso de burocracia e regulamentos enfrentado pelo setor da Construção Civil eleva em 12% o valor final dos imóveis. De acordo com um levantamento realizado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), o custo adicional soma R$ 18 bilhões por ano.
Ainda de acordo com o levantamento, em cinco anos, o total onerado poderia ultrapassar os R$ 100 bilhões e a alta no do valor final pode chegar a até 31% no caso de projetos de loteamento.
A obtenção de licenciamento foi o processo com maior potencial inviabilizador indicado por todos os tipos de empreendimentos. De uma escalada de 0 a 5, onde 5 significa maior grau de inviabilidade, esse quesito recebeu média 3,86.

Nenhum comentário:

Postar um comentário